POST 5 - Portela

>> sábado, 31 de outubro de 2009

Até 2009, a Portela era a verdadeira aldeia gaulesa do PSD em 2009. Liderada nos últimos anos pela Dra. Maria Geni, agora candidata à presidência do Concelho de Loures, a Portela afirmou-se como uma freguesia de excelência, um verdadeiro oásis num panorama de desordem evidenciado no resto do Concelho.

Era portanto uma herança pesada a que cabia à Dra. Manuela Dias. Para além disso temia-se que alguma pretensa impopularidade junto das camadas mais jovens do eleitorado, pudessem contribuir para uma derrota eleitoral, isto para além, de que muitos diziam que o voto na Portela era mais Geni, do que propriamente PSD. Sem colocar em causa, um capital de votos próprios da Dra. Geni, sempre fui dizendo que acreditava na vitória do PSD e na manutenção da maioria absoluta no Concelho. Considerava, no entanto, que era muito importante fazer uma aposta em vários jovens para comporem a lista, oferecendo ao eleitorado mais jovem a segurança de contar com representantes na Assembleia de Freguesia e no Executivo da Junta.

A aposta em vários jovens na freguesia foi feita. Aquando da composição da Lista disse a quem de direito que o Partido Social Democrata iria ter a maioria absoluta (embora frisasse que o Pedro Correia deveria ter sido premiado na lista, nomeadamente porque discordava de uma situação particular que não vale a pena esmiuçar agora).

Assim foi. O Partido Social Democrata ganhou, e a Dra. Manuela Dias teve uma maioria absoluta, na primeira vez que se candidata, o que não deixa de ser obviamente um excelente resultado. Tem agora a possibilidade de fazer um grande mandato e de manter a Portela como um paradigma de desenvolvimento e de excelência.

Quanto aos resultados, nota-se os excelentes resultados conseguidos nas mesas jovens, quando precisamente se pensava que poderia ser essa a franja do eleitorado que mais penalizaria a Dra. Manuela Dias. Acabou, por ser precisamente esse eleitorado a dar a maioria absoluta a Dra. Manuela Dias, provando-se, também, o excelente trabalho desenvolvido pela JSD/Moscavide nos últimos quatro anos.

Uma alegria na Portela e outra em Lousa, para dar alguma alegria após os resultados medonhos que se verificaram no Concelho.

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Dia B, por Bruno Antunes

O Novo Governo.

Está constituído um novo Governo, o XVIII desta feita, com o mesmo Primeiro-ministro que o anterior, mas algumas caras novas, quer em Ministérios quer em Secretarias de Estado. Este novo Governo foi alvo de várias críticas, como não podia deixar de ser. Uns acharam que era um Governo que cheirava a “tampas”, isto é um Governo feito de segundas escolhas. Outros afirmaram que este não parecia um novo Governo, mas sim uma aposta na continuidade do anterior. Ainda outros criticaram o novo executivo por este ter demasiados tecnocratas e poucos políticos. Ora bem, a primeira crítica poderá fazer sentido. De facto não há grandes nomes (falo de nomes, não de competência). Quase todos os nomes são desconhecidos do grande público. Percebe-se porquê. Os possíveis “candidatos” a ministro com nome na praça dificilmente alinhariam num governo com maioria relativa, com a necessidade de fazer acordos no Parlamento, possivelmente com mais que uma força política, e debilitado pelo efeito causado pelas críticas apontadas ao anterior executivo. Estes tubarões (como alguém lhes chamou) só alinhariam num Governo forte, restando assim ao Primeiro-ministro convidar personalidades menos conhecidas que poderão encarar o cargo ministerial como um ponto alto na carreira, como um trampolim para o futuro (sem querer atribuir a esta situação qualquer carga negativa, entenda-se).

A segunda crítica pode também ser encarada como consequente mas não na sua totalidade. Este Governo está fortemente marcado pelo executivo anterior, muitos ministros mantiveram-se assim como secretários de Estado, alguns apenas mudaram de pasta. No entanto, houve alguma remodelação. Veja-se que em pastas sensíveis, em que a contestação era muita os titulares do cargo foram alterados. Casos da Educação, Obras Públicas, Agricultura. Posto isto, houve alguma tentativa por parte de Sócrates no sentido de conseguir aproximar o Governo das inquietações da sociedade e de afastar vagas de contestação logo no início do mandato. Já a segunda crítica mais comum merece uma reflexão aprofundada, mas que terá aqui apenas alguns comentários. De facto este Governo tem poucos políticos e mais tecnocratas. Isto é, foram-se buscar pessoas à sociedade civil e menos ao aparelho partidário. Segundo alguns críticos, numa altura destas, num Governo marcado pela falta de maioria absoluta com tudo o que isso poderá acarretar, seriam necessários políticos e não professores ou pessoas com actividade no sector (os ditos tecnocratas). Dizem alguns, o desempenho de um político é medido em função da sua capacidade para gerir crises, e é de gestores de crises que o país precisa, de pessoas que saibam lidar com a oposição. Percebo a crítica mas não sei se procederá. Por um lado, um ministro marcadamente afecto a um partido será menos bem recebido pelos outros partidos que um que o não seja. Por outro lado, um dos problemas hoje em dia vigentes na política é o dos chamados “políticos profissionais”.

Se há muitos políticos que dedicam grande parte da sua vida à política e pouca atenção prestaram a uma actividade profissional extra-política, desempenhando, no entanto, com competência as suas funções, outros há que na mesma situação apenas se agarram ao poder para dali tirar dividendos. Podemos chamar a ambos os casos, casos de políticos profissionais. No entanto, o primeiro não constituirá problema, já o segundo é um caso grave e que receio abundar, pelo menos aparentemente. Posto isto, apostar em políticos profissionais pode não ser a melhor medida, afinal os tecnocratas por não estarem agarrados ao chamado “tacho” e por terem actividade no sector podem desempenhar melhor a sua actividade governativa e proceder a reformas estruturantes. Acima de tudo o que se quer é que este Governo cumpra com determinação as suas políticas e que a oposição forneça o seu apoio sempre que for necessário desde que não contraproducente. Pede-se trabalho.

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Post 1 - Sporting Clube de Portugal

>> sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Começo a minha indagação sobre os meandros do futebol português, com uma análise relativamente aprofundada, sobre uma das maiores instituições desportivas do nosso país, o Sporting Clube de Portugal.

O Sporting ao longo dos anos, afirmou-se como a segunda grande potência do futebol português, tendo perdido essa posição, apenas nas ultimas duas a três décadas, com a chegada de Pinto da Costa ao poder no Futebol Clube do Porto e a ascensão dos azuis e brancos a um lugar de grande destaque na cena nacional e internacional. Para além do sucesso no futebol, também nas modalidades, até ao final dos anos 90, o Sporting era um clube referência, contando com diversos títulos em variadas modalidades. Era verdadeiramente o segundo clube de Portugal. Mas será que ainda o é hoje?

A realidade é que os resultados desportivos do Sporting têm vindo a piorar ao longo dos últimos anos, só chegando o clube de Alvalade ao titulo, por duas vezes, em praticamente três décadas, sendo que, uma dessas vezes foi conseguida num ano sui generis, através do efeito de um dos case study mais marcantes do futebol português e internacional, Mário Jardel. O Goleador, marcou mais de quatro dezenas de golos, muitos deles de grande penalidade, e fez com o grande artista João Pinto uma parelha infernal que deu ao Sporting um título, após a grande conquista de Inácio que pôs fim à hegemonia azul e branca. Desde aí, o Sporting não mais voltou a ganhar, contrariamente ao que sucedeu com o Benfica e em especial com o Futebol Clube do Porto.

Quais são então os grandes pontos negativos do Sporting Clube Portugal, na actualidade? Quanto a mim são três.

Em primeiro lugar, uma péssima gestão financeira levada a cabo pelos dirigentes do Sporting Clube de Portugal. Para além, de terem custos com a própria máquina do Sporting, altíssimos, veja-se, por exemplo, o salário do seu presidente, o Sporting investe muito mal no mercado. Veja-se, o exemplo, de ter assegurado a contratação de Postiga, gastando mais dinheiro (entregue ao Futebol Clube do Porto), para além de entregar o promissor Diogo Viana ao rival, do que o Benfica gastou na contratação do astro Saviola. São sucessivos erros financeiros, que têm também contribuído para a lapidação do património do Sporting Clube de Portugal e para uma situação traumática, que é a dependência das receitas dos próprios anos, variáveis, como seja a entrada ou não na Champions, para poder reforçar a equipa.

Em segundo lugar, um péssimo aproveitamento do que é feito nas camadas jovens. O Sporting teve, até há três ou quatro anos, uma das melhores academias de futebol da Europa, donde saíram talentos como Simão, Quaresma, Nani ou Cristiano Ronaldo. O Problema é que o Sporting, vende os jogadores por “tuta e meia”. O Porto vendeu Pepe, por 30 milhões de euros, o dobro do que o Sporting pediu por Cristiano Ronaldo. Quando dinheiro o Sporting teria ganho, se aguentasse Ronaldo, mais dois ou três anos no seu plantel? E qual o proveito desportivo dessa decisão?

Em terceiro lugar, o facto de ser um clube, essencialmente de sócios e não de adeptos. O Sporting vende muitíssimas game box, isto é, lugares cativos no seu estádio. Olhando para o numero de game box vendidas e para as assistências em Alvalade, vemos, que apenas 1000 ou 2000 bilhetes são vendidos por jogo (evidentemente que serão mais porque muitas pessoas com Game Box não vão aos jogos), ou seja, o clube tem uma entrada corrente de dinheiro muitíssimo baixa, comparativamente, ao que sucede, por exemplo, com o Benfica, um clube que apesar de ser o clube do mundo com mais sócios (praticamente o dobro do que o tem o Sporting) é um clube, essencialmente, de simpatizantes e adeptos, conseguindo ter lotações, regularmente, superiores à própria lotação do Estádio dos rivais da 2ªCircular.

Para além dos péssimos resultados no futebol, evidenciados, esta época, agora que o espólio da formação acabou, e que as “pérolas” que aparecem não são mais que André Marques, e que as fragilidades do plantel são bem notórias (pense-se, por exemplo, que um dos melhores jogadores do SCP nas ultimas três épocas foi Derlei, que foi dispensado do Benfica), nas modalidades o Sporting perdeu o seu domínio. No Futsal, é agora o Benfica que mais ordena, ou pelo menos reparte esse protagonismo com o Sporting. Sporting, nada faz em vólei, basquete, hóquei. Mesmo no Atletismo, Vanessa Fernandes e Nélson Évora, os dois maiores expoentes, a nível nacional, são do Benfica, mantendo-se apenas Naide Gomes a equipar de verde e branco.

Por fim, a pergunta que se faz é, será que o Sporting tem condições para ser, um grande do futebol português? A resposta deve ser dada, segundo duas perspectivas. Se atentarmos ao elemento histórico, ao passado do Sporting, evidentemente que sim. O Sporting será um grande nos próximos 40 ou 50 anos, com toda a certeza, mesmo que os resultados desportivos venham por aí a baixo. O Sporting, pela massa adepta que tem e pelas condições estruturais que bem ou mal criou, nunca poderá, na próxima década, duas décadas, cair como, por exemplo, outros históricos caíram, como o Belenenses ou o Boavista. Mas a pergunta é mais profunda: Terá um País como Portugal, uma cidade como Lisboa, condições para comportar dois clubes de topo?

Excluindo Itália, onde INTER e MILAN são duas grandes equipas, embora historicamente, o MILAN tenha um muito maior protagonismo, não mais, no que respeita a grandes campeonatos ou potências futebolísticas no Velho Continente, encontramos grandes clubes em duas cidades, excluindo, a Grécia, mas que por uma questão Geográfica, tem todos os clubes de algum nível concentrados na sua capital.

Em França, não existem potências na mesma cidade. O Lyon em Lyon, o Bordéus em Bordéus, Marselha em Marselha e no passado o Paris St Germain em Paris. Nem sequer existe um clube de média dimensão, na mesma cidade.

Na Alemanha, idem idem. O segundo clube de Munique, é o 1860 Munique.

Em Espanha, temos o Real Madrid – Grande Dimensão, e depois o Atlético, um clube de menor dimensão, capaz de lutar pelos top5, mas sem aspirações constantes ao titulo de campeão.

Em Inglaterra, apenas com o fenómeno Abramovich pudemos experienciar, por breves momentos, diga-se, duas equipas fortes em Londres. Mas não o era assim, e não o será no futuro. Agora o City, também quer assumir um papel primordial em Manchester, mas mais uma vez, apenas pelos capitais investidos. E pense-se, se existir um magnata que invista 300 milhões de Euros no Paços de Ferreira, também o Paços pode ser campeão Europeu.
Enfim, na Holanda, AJAX em Amesterdão, Feyenord em Roterdão, PSD em Eindhoven.

Teremos que ir a campeonatos como o Romeno, para ver o Steaua, Rapid e Dínamo de Bucareste, à Rússia, para ver Spartak, CSKA, Dínamo e Lokomotiv, todos da mesma cidade.

Termino, com uma análise esquemática.

Presidentes:

Dias da Cunha – 12 Valores.
Soares Franco – 9 Valores.
Bettencourt – 5 Valores.

Treinadores:

Augusto Inácio – 18 Valores.
Boloni - 13 Valores.
Peseiro – 14 Valores.
Paulo Bento – 12 Valores.

Palavra para os adeptos, tantas vezes incansáveis no apoio à equipa, mas com os níveis de paciência, agora, compreensivelmente, a chegar ao limite.

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Com calma!

Com muita calma e muita ponderação, vão sendo dados passos importantes no objectivo de Ganhar Uma Geração!

Confiança e Determinação. E calma. Muita.

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Muito bem!

>> quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Horário da Biblioteca da FDL alargado. Agora, das 9h as 21h, de segunda a sexta. Importante, para permitir a alunos da tarde fazerem pesquisas após horário de aulas e dar alguma hipótese, aos alunos da noite, de pelo menos, num intervalo ou num furo, poderem tirar umas fotocopias de um qualquer elemento de estudo que necessitem.

O próximo passo deveria passar por manterem o espaço da Cantina 1, aberto, de segunda a sexta, a partir das 21h até, por exemplo, as 5h, permitindo o desdobramento entre os dois espaços e oferecendo condições de estudo aos alunos, de grande qualidade.

Ao fim-de-semana, no espaço da Cantina 1, um horário 9h-21h, ou 14h-3h, seria muito bom.

De todo o modo, já é muito boa esta medida!

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Mas a minha aposta para a vitória final é o Filipe. Veremos!

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Uma das grandes hipóteses para ganhar o concurso. A Carolina.

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Futebol!

>> quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O Ano Passado falei muito de futebol, este ano escrevo-vos aqui menos sobre esse assunto. Alguns, estranharão a aparente contradição, dado os bons resultados do Glorioso. Tenho vibrado com cada golo (e já foram muitos). Simplesmente, não me revejo numa postura de fanfarronice quando tudo corre bem, pelo contrário prefiro apontar soluções e dar ideias quando as coisas estão menos bem. Depois parece-me pouco útil falar de coisas que são objectivas, factuais. O Benfica é a equipa que joga melhor futebol, em toda o Mundo, na actualidade. Com isto não digo, que ganhe a qualquer equipa, ou seja, o MILAN, por exemplo, é uma equipa muitíssimo eficiente, vencedora por natureza, mas não joga um futebol particularmente bonito, ou o Benfica, por exemplo, no ano do Campeonato não jogou “grande espingarda”. Agora, neste momento, o que se verifica é uma equipa a jogar um Futebol que nunca vi, em Portugal (lá está o Porto de Mourinho primava pela eficiência mas não dava em 8 Jornadas 5’s e 8’s e 6’s) como esta. Não interessa portanto grandes indagações sobre o momento de forma do Benfica.

Até porque é isso mesmo. Um momento. Pode durar até ao final da época, como espero, ou pode não durar. É preciso perceber que o Benfica ainda nada ganhou este ano. É preciso, portanto prudência.

No entanto, vou aqui partilhar convosco várias ideias que tenho sobre o Futebol Português, no seu todo. Na Barra Lateral, podem acompanhar o programa do separador “Futebol Português”. Os post’s ficarão alojados sob a etiqueta desporto, e para os verem, para além da publicação na página principal, basta clicarem na designação desporto, “aí” em cima!

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Comovente!

>> terça-feira, 27 de outubro de 2009

A VER!

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Deus

Já muitas vezes tive aqui oportunidade para vos falar de Deus e do privilégio que tenho em ter uma relação especial com Ele. De facto, tenho grande dificuldade em perceber como é que algumas pessoas conseguem viver tranquilamente sem essa presença na sua vida (ou melhor, sem se aperceberem dessa presença na sua vida).

Agora, até comentei com um colega, estava precisamente a pedir-LHE para que corresse tudo bem na operação de um familiar, e nem 10 segundos depois estava me esse familiar a ligar, e de viva voz a dizer que tudo tinha corrido bem!

De arrepiar…e agradecer!

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