Europeias

>> sábado, 4 de abril de 2009

Que dizer das eleições europeias?

PS com candidato, no terreno. Outdoors na rua. Vital? Uma escolha assim-assim. É claramente um nome que marca uma viragem à esquerda. Uma viragem à esquerda, que pretende, a meu ver, não escandalizar o eleitorado, no caso de uma provável coligação pós-eleitoral (nas legislativas) com o BE ou, provavelmente, com o PCP. E uma viragem à esquerda, que quer, numa primeira análise, roubar eleitorado à esquerda radical, tentando uma nova maioria absoluta.

Ora, considero um erro estratégico do PS. Porquê? A maioria absoluta do PS, residiu no facto de "comer" o eleitorado que se posiciona no "centrão", relegando o PSD para segundo plano. O PS assumia-se como o grande partido do centro. E a toalha não dá para a mesa toda. Se quer cobrir o lado esquerdo, vai deixar o lado direito a descoberto.

Tenha o PSD uma liderança capaz, e pode capitalizar isso.

Mas retomando às Europeias, acho que Sócrates olha para as europeias como o Benfica, o Sporting ou o Porto olham para um jogo da taça com uma equipa da III Divisão em vésperas de jogo europeu. No caso Sócrates não se importa nada de ter aqui um mau resultado se assegurar um bom resultado nas legislativas. Outro erro. Um bom resultado, quem sabe, uma vitória do PSD poderá ser o click que o partido necessitava para chegar mais perto do PS e disputar as legislativas.

Encerrando, o PSD. Ou aceita o brinde e coloca um nome relativamente forte, como seria o de Pedro Passos Coelho (estando interessado) ou até de Marques Mendes (embora pior) - e aqui uma palavra para Marques Mendes que tem feito com mestria a travessia no deserto, aliás, como poucos a souberam fazer - e ganha as eleições europeias sem qualquer dúvida, ou então aposta num nome de segunda linha e não capitaliza a oferta, perdendo as eleições.

O "problema" de Manuela Ferreira Leite, é que se lança um nome forte, por exemplo Rui Rio, Pedro Passos Coelho ou Marques Mendes, arrisca-se a ficar na sombra e a perder o destaque que ainda tenha. E claro, perante um mau resultado nas Legislativas teria que abandonar. Até porque, pelo que tenho visto, Santana deve ganhar as autarquicas em Lisboa, e isso tirará ainda menos o brilho a Manuela Ferreira Leite.

Acho que se deveria apostar num candidato fortissimo. Ganhar as Europeias, e tentar capitalizar isso para as eleições seguintes. Se temos hipóteses de golear, porque não faze-lo?

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Outros Blogues III

Hoje, o destaque vai para o “ E Deus criou a Mulher”.

Um blogue, destacado, na generalidade da Blogosfera, com, salvo erro, 4 anos de existência.

Tem a grande vantagem de salientar como o erotismo pode ser bonito, pode ser apreciado, pode suscitar interesse, sem se cair na pornografia ordinária.

Um blogue que dá a conhecer algumas das divas mais bonitas do planeta, de forma absolutamente natural, sem que se caia no exagero e no facilitismo obsceno.

15 Valores.

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Parece que...

Os jogadores da argentina tiveram que ser oxigenados ao intervalo para aguentarem os 3300 metros de altitude de La Paz, na goleada (6-1) sofrida diante a Bolívia de Sanchez.

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Errar é humano

>> sexta-feira, 3 de abril de 2009

O erro e a falha são inerentes à condição humana.

Todos nós, comuns mortais, por mais assertivos que sejamos, por maior ponderação na altura de decidir que façamos, por muito que o equilíbrio e a razão sejam vértices fundamentais no decorrer da nossa vida, erramos. Não necessariamente grandes erros. Talvez simples falhas. Mas ninguém ganha sempre. Ninguém decide bem sempre.

Um dos objectivos que tenho para mim mesmo, é trabalhar todos os dias para errar cada vez menos. Ser cada dia melhor. Estudar sempre com o melhor método, reduzir ao máximo os erros de análise na hora de tomar importantes decisões políticas e até, em pequenas coisas, como seja uma simples resposta a um comentário aqui neste pequeno blogue.

Mas é impossível não errar. E, confesso, isso por vezes irrita-me. Fico mesmo mal comigo mesmo quando erro. Quando o erro se situa no plano pessoal, nada mais posso fazer, a não ser apresentar um pedido de desculpas e tentar remediar o mal feito, nomeadamente, tentando que daí para a frente o erro não se repita.

Mas ainda estou em processo de aprendizagem. Tenho tentado ao longo do último ano, concretamente, nos últimos meses, modificar esse traço da minha personalidade. Antes, e muitas vezes agora também (mas menos creio) ficava fora de mim quando algo não corria de forma sublime. Um pequeno erro. Uma hora em que não se estudou para ir jogar à bola, uma hora que não se estudou porque se ficou a ver uma série televisiva qualquer. Indiferente.

Ou pequenos erros políticos. Hoje tento lidar melhor com isso. Assumir a ideia de que não sou perfeito, que um comum mortal é tranquilizante. Permite olhar para o erro com outra naturalidade. Errei porque sou normal. É uma boa perspectiva, acreditem!

Com isto não quer dizer que não continue a trabalhar, diariamente, para cometer cada vez menos erros. Para falhar cada dia que passa menos. As más respostas às pessoas, a indisponibilidade que evidencio para com alguns amigos importantíssimos, a decisão e análise política mal feita, devem ser reduzidas até um ponto ínfimo. Mas já sei que esse ponto não poderá, necessariamente, ser o 0.

Falhem pouco. Mas falhem.

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Mel e Paixão, por Diogo Agostinho

>> quinta-feira, 2 de abril de 2009

Imaginem um país normal…

Onde há eleições legislativas de 4 em 4 anos. Sem interrupções abruptas de mandatos ou esquemas político-partidários. Um país que tem um chefe de governo íntegro e respeitador. Um país que tem na figura do Primeiro-Ministro, um exemplo para a sociedade, para os agentes económicos e um catalisador de “confiança” para todos. Num mundo em que a crise é palavra comum na boca de todos, e a falta de confiança, o principal motivo da tão badalada crise.

Imagine-se um país que faz da honestidade um valor essencial para o regular funcionamento da democracia. Um país que não vive de esquemas e compadrios, um país que tem cultura democrática. Uma cultura de elevação, fomentada pelos seus dirigentes políticos. Imagine-se um país desenvolvido. Não apenas em dinheiro ou dólares, mas um país desenvolvido culturalmente, com civismo e participação da sociedade civil. Imagine-se um país que gosta da meritocracia, que vê na competitividade saudável e sem rodeios, uma forma de crescimento. Imagine-se um país que conta com um sistema de justiça digno e célere. Um país sem pressões a magistrados. Um país sem presidentes de empresas de construção civil vindos directamente do partido de Governo.

Imagina? Pois, eu também! Era tudo o que gostava que Portugal fosse. Num país a sério, nunca, mas nunca um Primeiro-Ministro se manteria em funções depois de vir a público que tirou um curso entre domingos e gabinetes de Ministérios, ou que existe suspeitas de ter recebido “luvas” para conceder licenças para grandes empreendimentos. É tão aterradora cada suspeita que paira no cidadão José Sócrates Pinto de Sousa, que obviamente o cidadão tem todo o direito a defesa e até prova em contrário é inocente. Porém, este não é um cidadão qualquer. Acho incrível como se mantém em funções este homem sem explicar, sem esclarecer nada de nada, armando-se em vitima ofendida por tudo e por todos. Acho incrível como passa incólume a tudo. E como não existe coragem por parte da oposição de pedir uma explicação cabal a todas estas dúvidas. O nosso país demonstra claramente que ética, só mesmo em conferências e colóquios. É apenas uma palavra diferente para ser dita, não para ser seguida.



Senhor Presidente da República e restantes membros da Oposição isto vai ficar assim?

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Resultados Oficiais - AAFDL 2009

Mesa da RGA

Lista A – 636 Votos – 56,7%
Lista Q – 171 Votos - 15,2 %
Movimento Cívico “Os Marretas” – 213 Votos – 19,0%
Nulos – 41 votos – 3,7%
Brancos – 61 Votos – 5,4%

Total de Votantes: 1122

Conselho Fiscal

Lista A – 663 votos – 59, 5%
Lista H – 311 votos – 27,9%
Nulos - 65 votos – 5,8%
Brancos – 76 votos 6,8%

Total de Votantes: 1115

Direcção

Lista A – 647 Votos – 57,9%
Lista H – 241 Votos – 21,6%
Movimento Cívico “Os Marretas” – 138 votos – 12,3%
Nulos – 37 votos – 3,3%
Brancos – 55 votos – 4,9%

Total de Votantes: 1118

Conselho Geral

Lista A – 689 Votos -61,5%
Lista H – 293 Votos – 26,1%
Nulos – 61 Votos – 5,4%
Brancos – 78 Votos – 7,0%

Total de Votantes: 1121

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Votações

Empate!

In Concreto e Pedro Santana Lopes - blogue pessoal, empatam, tendo cada um 35%dos votos. Abrupto fica com 25% e com apenas 5% Vedeta da Bola. Assim foi a votação para melhor blogue individual.

Já na categoria melhor blogue colectivo, 31 da Armada levou a melhor com 42% dos votos, seguido do Câmara dos Comuns, que fica em segundo com 26%. 4Republica e Blasfémias com 10%, Corta-Fitas e Arras~tão fecham a tabela com 5 pontos percentuais.

Já no melhor blogue JSD, o Pensare Jota, levou a melhor, com 35% dos votos. Em segundo o Mel e Paixão do Diogo Agostinho com 25%. Depois o Psicolaranja leva o Bronze com 21% e o Com Iniciativa do Pedro Jesus fica com 17%. Muito renhida a votação até final.

Parabéns ao 31 da Armada e ao Pensare Jota pelas vitórias destacadas.

Inconcreto e Pedro Santana Lopes também de parabéns, após o empate, na primeira categoria.

Fica aberta a discussão (utilizem a caixa de comentários) para que nova votação deverei aqui colocar. Aceitam-se sugestões.

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Genial!! Tesourinho, bem real.

>> quarta-feira, 1 de abril de 2009

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Feliz dia das Mentiras

Amigas e Amigos,

Não resisti a deixar aqui a minha mentirinha do dia 1 de Abril.

Aqui continuarei. Com as reflexões, as opiniões e os desabafos. Sobretudo, aqui continuarei, espero, com vocês.

Obrigado por tudo.

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FIM

Chega ao fim o Laranja Choque.

Um espaço de liberdade pessoal, onde, nos últimos meses, não me coibi de dar as minhas opiniões sobre o que vai acontecendo nesta aldeia global e de lançar tópicos para futuras reflexões e debates.

Tentei manter o nível de elevação necessário para que a troca de impressões fosse produtiva e construtiva. Procurei diversificar o blogue, tendo contado com a ajuda de grandes colaboradores que dinamizaram as suas crónicas semanais.

Obrigado pela vossa atenção, companhia e comentários. O Laranja sai de cena, tal como entrou.

Em silêncio. Sem pedir licença.

Até um dia!

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