Caldeirada à Costa

>> sábado, 29 de agosto de 2009

Um video que exibe as incongruências e os falsos moralismos do saco de gatos que é a coligação Unir Lisboa.

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NACIONAL!

>> sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Jornada europeia positiva para Portugal. O Benfica perdeu 2-1 em Poltava, carimbando a chegada à fase de grupos da Liga Europa, com um agregado de 6-2, após a goleada na Luz por 4-0. Neste segundo jogo, o Benfica alinhou com a segunda equipa e com jogadores que nem um minuto tinham nas pernas. Ficou o teste.

O Sporting fez uma boa exibição, mas continua sem ganhar qualquer jogo. Não existem Atléticos do Cacém na Primeira Liga nem na Europa. Alerta Amarelo para os lados de Alvalade, que deixou de sonhar com os milhões da Champions. O Negativo da Jornada Europeia.

Nacional do outro mundo. Depois de um jogo fantástico ante o antigo vencedor da UEFA e da Supertaça Europeia Zenit, onde ganhou por 4-0 na Choupana, os insulares foram empatar a uma bola na Rússia, com um cabeceamento milagroso de Ruben Micael aos 89 minutos, após um jogo onde foram verdadeiramente assaltados.

Fica o vídeo para recordar.

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Faz todo o sentido...!

>> quinta-feira, 27 de agosto de 2009

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JSD/Cacém

>> quarta-feira, 26 de agosto de 2009



A JSD do Cacém está a levar a cabo uma grande iniciativa para a melhoria das condições do Hospital Amadora/Sintra.

Para esse efeito, lançou esta petição que convido todos a lerem e em caso de concordarem a assinarem.

Podem ainda acompanhar o que vai fazendo a JSD do Cacém em www.jsdcacem.blogspot.com.

Louva-se a iniciativa de uma das secções que seguramente está empenhada, como tantas outras, em construir um futuro melhor, e pegando no título da crónica que aqui fiz há uns tempos atrás, em Ganhar esta Geração.

Por outro lado, gostaria ainda de salientar, que é assim que entendo uma juventude partidária. Não é apenas necessário fazer iniciativas que incidam directa e exclusivamente sobre os jovens. Uma verdadeira juventude com valores tem uma preocupação e dimensão social, cabendo aos seus dirigentes mobilizar e despertar os jovens para os problemas sociais e para o apoio a todos aqueles que já muito deram à nossa sociedade e que hoje por um ou outro motivo, acabam por ser colocados à margem da mesma.

Ainda assim, esta iniciativa, pela amplitude que tem, incide,obviamente, sobre problemas de juventude. Em suma, é uma iniciativa abrangente. De parabéns, portanto, a JSD do Cacém e a sua presidente Rita Vasconcelos.

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Estudo sobre o Futebol Português - Parte II

>> terça-feira, 25 de agosto de 2009

Para além disto existe negligência na gestão de alguns clubes, exemplo flagrante do que acontece no Sporting. Exceptuando Milão, em mais nenhum lado existem dois clubes que possam lutar pelo titulo na mesma cidade, isto em condições do funcionamento normal dos clubes, em Londres e Manchester, Chelsea e Manchester City foram comprados por magnatas. Evidentemente, que se o Sporting for adquirido e forem investidos 200 milhões de euros para contratações pode ganhar todas as competições onde está inserido. Mas o Olhanense, em caso idêntico, também. Portugal terá condições para ter dois grandes na mesma cidade? O Benfica, durante vários anos, foi o clube de todo o Portugal e esvaziou completamente o panorama desportivo no nosso país, surgindo agora o Porto, noutra lógica. O Sporting tem a estrutura directiva mais cara e tem menos dinheiro que Braga ou Marítimo. Repare-se, no drama que é, para os leões terem que esperar pelo dinheiro das pré-eliminatórias que vão passando para poder fazer uma aquisição, tendo orçamentos de 5 milhões de euros, absolutamente pouco competitivos. O Sporting, vive hoje da sua formação, que em tempos foi a melhor da Europa e de um treinador que sabe potenciar ao máximo os jogadores que tem ao dispor. Agora olhamos para o Sporting e comparamos com o Benfica, por exemplo, e em posição a posição retirando Liedson que poderia lutar pela titularidade (o Liedson do ano passado) e Moutinho que poderia lutar com Ramires, mais nenhum jogador teria lugar. E mesmo olhando para o Sporting de Braga, João Pereira é melhor que Abel, Vandinho melhor que André Marques, Eduardo melhor que Patrício, Viana tinha lugar de caras no SCP, e Postiga é inferior a Meyong. Tirando Liedson, nada mais o Sporting conseguiu fazer na sua politica de contratações que se baseia no principio “chapa ganha, chapa gasta” sem qualquer planeamento. Acredito que o plano de Soares Franco teria sido muito importante para a reabilitação do Sporting, que luta e lutará nos próximos anos para continuar como um grande em Portugal, deixando-se de festas quando empata com o Twente equipa de valia muito inferior ao Nacional da Madeira.

Também o Benfica, em especial até Vieira, teve gestões totalmente danosas, com graves problemas financeiros e desportivos, percorrendo um deserto de uma década a ganhar quase nada, com sextos lugares ao barulho. Manuel Damásio e João Vale e Azevedo, lapidaram o património desportivo e a cultura de vitória do Benfica, que só agora começa a ser, lentamente, recuperada, com a vitória na Taça de Camacho, Campeonato com Trappa, Supertaça e excelente prestação europeia com Koeman e Taça da Liga com Quique, e as excelentes perspectivas para este ano. A vantagem dos encarnados, é não ter uma estrutura directiva tão dispendiosa como a do Sporting.

Um outro problema é o da corrupção. Durante vários anos existiu corrupção no futebol português, comprovada. Foram os anos de apogeu do Futebol Clube do Porto. Hoje poderá não existir corrupção, mas existem favoritismos e temos uma nova maneira de fazer mal ao nosso futebol. O Porto, por exemplo, tem 50 jogadores no seu plantel, emprestando jogadores e treinadores a outras equipas, tentando dessa forma controlar o futebol português. Lembram-se do que disse de Beto, há uns meses atrás, após aquela palhaçada do jogo Leixões-Porto? Para onde ele iria? Pois. E alguém duvida que o próximo treinador do Porto, se chama Domingos Paciência? Continua a existir estes graves problemas que descredibilizam o nosso futebol. O que é certo é que todos os clubes que chegam ao titulo são os mais beneficiados. Sporting quando ganhou, foi levado ao colo, no ano de Jardel. Benfica, no ano de Trappatoni, teve vários jogos com arbitragens caseiras, Boavista foi escandaloso e Porto é sempre inaceitável. Contudo, curiosamente, nos anos de Mourinho e há dois anos com Jesualdo, parece-me que o Porto seria campeão de qualquer das maneiras. O Primeiro campeonato com Inácio também me pareceu justo e o ano do Benfica campeão, embora tenha sido um pouco beneficiado em alguns jogos, no global pareceu-me um justo vencedor. Mas mais do que erros de arbitragens, este clima de suspeição é mau para o futebol português. A profissionalização dos árbitros é um caminho, mais que não seja pela inerente responsabilização dos mesmos.

O caminho a trilhar é muito longo. Vamos ver as respostas que o nosso futebol saberá dar.

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Estudo sobre o Futebol Português - Parte I

>> segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Quando observamos transferências milionárias e salários chorudos como aquele que aufere, por exemplo, Cristiano Ronaldo, pensamos que o Futebol é um mundo à parte, alheio à crise internacional e que escapa incólume aos problemas financeiros e económicos do nosso mundo.

Em termos internos, quando observamos o sucesso obtido pelo Futebol Clube do Porto, na Taça UEFA e depois na Champions League, há cerca de meia década apenas, poderemos pensar que estamos no topo do futebol europeu. Quando um dos melhores treinadores do mundo, José Mourinho e um dos melhores jogadores do mundo, Cristiano Ronaldo, são portugueses, poderemos pensar que estamos na nata do futebol mundial. Contudo, a realidade é outra. Por detrás deste aparente estrelato, o futebol português encontra-se em grave declive, não conseguindo competir com as melhores ligas europeias (Liga Espanhola, Italiana e Inglesa) nem sequer com as ligas de dimensão média (Liga Francesa, Holandesa, Alemã) e começa a ter o seu lugar em perigo, mesmo quando comparamos com ligas menores como sejam a Liga escocesa, a liga Grega ou até a liga romena e a liga russa. Existem inúmeros problemas, mas julgo que algumas soluções. Nos próximos post’s proponho-vos um estudo sobre o futebol português, identificando alguns problemas e propondo algumas soluções.

Em primeiro lugar, julgo que a própria organização do nosso campeonato é incomportável para a qualidade das nossas equipas. Portugal, tem neste momento, 8 ou 9 equipas verdadeiramente competitivas, existindo um conjunto de outras, que vão tendo dificuldades em fazer mais do que amealhar alguns pontos, estacionando autocarros, na tentativa de não descer de divisão. Julgo que uma liga com Benfica, Sporting, Porto, Braga, Guimarães, Belenenses, Marítimo, Nacional, Académica e Olhanense, por exemplo, isto é, uma liga com 10 equipas seria mais que suficiente para assegurar a competitividade. Teríamos um campeonato com 10 equipas, a quatro voltas, daria um número de 38 jogos por época, nada de extraordinário se nos equiparamos às grandes potências do futebol mundial. Teríamos 8 jogos entre Benfica e Sporting, mais 8 entre Benfica e Porto e outros oito entre Sporting e Porto. Poupávamos jogos como Naval – Rio Ave ou União Leiria – Paços de Ferreira, com 500 pessoas no estádio. Estas equipas deveriam ser organizadas numa segunda pole, que seria a Segunda Liga, também ela mais competitiva do que teríamos agora. Seria muito mais empolgante e as assistências subiriam, conseguindo-se mais dinheiro. Desciam duas equipas, subiam duas e as coisas poderiam funcionar melhor.

A questão das assistências deve ser repensada, estando os clubes reféns das transmissões televisivas. Hoje joga-se o Belenenses-Naval. É uma segunda-feira à noite. Quantas pessoas irão ao estádio? E o Belenenses é dos clubes em Portugal que adopta uma política de preços mais acessível. Os jogos, deveriam ser como em Inglaterra, no Sábado e essencialmente no Domingo depois de almoço, convidando as famílias a irem assistir aos jogos.

Outro problema é o dos salários. Aqui dever-se-ia adoptar um sistema como em Inglaterra, em que os clubes prestam garantias dos salários logo no início da época. Por exemplo, os clubes em Agosto fecham o plantel e sabem o valor dos salários dos seus jogadores, que terão que pagar em Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro. Nesse caso, deveriam depositar numa conta o dinheiro, ou prestarem as devidas garantias, pelo menos, passando depois pela Federação o pagamento a tempo e horas dos jogadores, para se evitar problemas como o que acontece com quase todas as equipas do escalão principal do nosso futebol, exemplos recentes do Estrela da Amadora, do Vitória de Setúbal ou do Boavista.

Outro problema está na formação que continua a não dar frutos. O nível das nossas selecções jovens é medíocre. O Benfica, na época passada, chegou a jogar com 11 estrangeiros na formação de juniores. Isso é inconcebível. Nessas equipas, deveria existir uma limitação de dois jogadores estrangeiros por plantel, devendo haver uma preocupação por parte dos legisladores, de forma a enquadrar esta regra com as normativas comunitárias. Nos últimos tempos, depois da Escola Leonina ter secado e de agora se formarem jogadores medíocres como André Marques, apenas Miguel Vítor no Benfica. Nada mais, em nenhum dos grandes. Os campeonatos de juniores por Zonas, tiram toda a competitividade. Sporting, Benfica e Porto sabem que chegam à fase final, quase garantidamente. Só aí temos alguma competitividade.

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Sudoeste - Do pior que existe na Europa.

>> quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Tenho lido várias crónicas sobre o Sudoeste e todas elas vão no mesmo sentido. O Festival ficou muito aquém do esperado e separa-se cada vez mais do que vem sendo feito por essa Europa fora.

Com o final de Agosto, a época festivaleira está também a dar as últimas, não tendo deixado grandes saudades este ano. Parecia que ia ser um bom verão em termos musicais, com o excelente Marés Vivas em Gaia, onde pelo que sei, a organização, limpeza e segurança reinaram. Isto, aliado aos concertos fenomenais de enormes bandas como os Scorpions poderia ter sido o aperitivo para um Verão Musical cheio de…”Moments of Glory”.

Assim, não parece ter acontecido, com os cartazes muito fraquinhos na maioria dos festivais e com acontecimentos de terceiro mundismo musical. No Sudoeste, a banda Buraka Som Sistema acaba por ser a cabeça de cartaz de um painel de cantores muito fraquinhos. Mariza, de longe a mais reputada não serviu para emendar a mão de uma das piores edições de sempre. E não falo só da música. Problemas de segurança e asseio, bem como o acontecimento que fez um dos cantores sair do seu próprio concerto na primeira música, pois não se ouvia o que cantava tal era o “chinfrim” que vinha de outro palco. O Palco com a música mais mexida, esteve também muito aquém das expectativas. Já o preço alto da Cerveja, 2 euros por um cerveja de 25cl, isto é, 8 euros por cada litro de cerveja não impediu que fossem consumidos uns incríveis 90.000 litros de cerveja durante o festival, o que dá 720 mil euros gastos em cerveja nos poucos dias do festival. Na televisão apareciam uns rapazes e umas raparigas de óculos verdes e com uma maneira de falar estranha a dizer que gastaram 300 euros em 4 dias. Falava-se ainda que as pessoas se embriagavam fora do recinto e iam já para o recinto embriagados. Este tipo de comportamento deixa-me dúvidas do ponto de vista psicológico. Percebo ficar alegre num casamento onde se vai bebendo ao longo de 12 horas ou mesmo numa noite de folia com os amigos. Não percebo do ponto de vista psicológico que alguém numa hora ingira meia garrafa de whisky como única salvação possível para se divertir. Não sou psicólogo ou médico mas julgo que o comportamento evidencia que estas pessoas não se sabem divertir sem beber, necessitam de uma second life, o que evidenciará frustrações. Mas adiante, falemos de música.

Em Portimão, tive boas indicações do que foi feito pelos Offspring no Rock One, um concerto com um target muito especifico, bem como todo o seu festival, mas que se conseguiu colocar bem acima do que foi feito noutros festivais, como o já referido Sudoeste.

Antes de tudo isto, tivemos um Super Bock Super Rock que ao que sei teve os The Killers, também numa grande performance, não me tendo ainda chegado qualquer feedback do festival na Praia do Tonel, em Sagres.

Paralelamente a estes grandes eventos, outras bandas vão correndo o país, nos festivais gastronómicos, como é o caso de Olhão ou de Portimão, onde os Xutos e Pontapés e um José Cid de regresso aos melhores momentos vão dando show.

Longe vão os tempos de WoodStock, longe vão os tempos em que os festivais eram verdadeiros centro de mensagens politicas e de afirmação de opiniões próprias de grupos específicos da sociedade. Mas cada vez mais longe estão os festivais por essa Europa fora, renovados e adequados às novas expectativas, contentando-se a juventude portuguesa com um Sudoeste como cabeça de cartaz. No final da época festivaleira, julgo que os Buraka Som Sistema e os Deolinda são os grandes vencedores afirmando-se como grandes alternativas no panorama musical português. E para o ano é ano de Rock In Rio. Parece que só os Xutos (que em Setembro vão dar uma mega Concerto no Restelo, com abertura dos Tara Perdida) estão nas 10 primeiras bandas pedidas pelo público. O Rock in Rio é um enormíssimo evento, já agora, trazido para Lisboa aquando do mandato de Santana Lopes enquanto Presidente desse município, do qual espero muito mais do que DZRT e Britney Spears. Se estiver ao nível do conseguido pelos Marés Vivas já é muito bom. E nunca esquecer que festival não é só Música. Aliás, 90% das pessoas que lá vão não procuram música e por isso é lhes indiferente se quem está a actuar é o Bono, a Madonna ou a Ana Malhoa.

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Comunicados e Revistas Cor-de-Rosa

>> segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Como vos tinha dito, no Verão, até um olhar de 5 a 10 minutos pela revista cor-de-rosa que só nos 15 dias em Armação é comprada pela família, não me escapa. Gosto de me rir com as histórias que para ali vão sendo contadas. Uma delas referia que um casal conhecido da nossa sociedade, tinha agora se separado e feito um comunicado público distribuído na imprensa a dar contas desse divórcio. Ri-me.

Mas às vezes apetece fazer o mesmo em relação a muitas coisas. Não fosse estar a tentar melhorar um dos meus maiores defeitos, a impulsividade, e fazia ai umas comunicações, não à imprensa mas aos meus amigos leitores, que me deixariam muito mais tranquilo.

Num ou noutro assunto, tenho mesmo vontade de gritar, “Não eu já não tenho nada a ver com isso” tal é o grau zero de certas condutas. Enfim…em relação a certos seres, que já não sei se conheço, começo a sentir pena. A frustração e a incapacidade de se integrarem pelos seus valores no mundo real, fazem-nos viver somente num mundinho virtual de três ou quatro pessoas. E não sei se conseguirão voltar ao mundo real. Vejo pessoas adultas, trabalhadoras e com responsabilidades a comportarem-se como crianças de 10 anos. Enfim…tristeza, desapontamento, pena e às vezes um tudo nada de frustração pelo tempo investido. E isto não visa ninguém em particular. Até porque estou a controlar a impulsividade.

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Começou o Campeonato...Tudo na mesma. Mesmo Tudo.

Começou o campeonato da primeira Liga de Futebol, com muitos empates e com alguma confirmação do que tem vindo a ser feito na pré-época futebolística.

O Sporting, já com algum ritmo competitivo após os dois jogos com o Twente, onde deixou uma péssima imagem e só uma grande sorte lhe permitiu ir disputar a pré-eliminatória com a Fiorentina, tinha, o jogo teoricamente mais difícil. Um Nacional muitíssimo bem organizado, com belíssimos jogadores de onde desponta o médio-defensivo Salino fez um excelente jogo e acabou por chegar primeiro à vantagem. Contudo, na segunda parte o Sporting veio a empatar o jogo, numa exibição não muito talentosa mas com bastante raça, acabando por ser justa a divisão de pontos. Fica a nota para este Nacional, que vai voltar a dar muito que falar.

O Porto, foi completamente vulgarizado por um Paços de Ferreira motivado e a jogar um bom futebol, em especial no primeiro tempo. Acaba por sair da Mata Real com um empate, mas com uma dose relativamente elevada de injustiça. Vítor Pereira, numa entrevista disse que seria bom que os árbitros se enganassem em apenas 10% dos jogos. Eu acho o número alto. Talvez seja mesmo altura de recorrer às tecnologias e introduzi-las no futebol. O Fora de Jogo tirado aos Paços é no mínimo duvidoso, e não se percebe porque Hulk não é expulso no primeiro tempo. Mas enfim. Fica sempre a sensação que para o Porto ser campeão basta-lhe ser quase tão bom como os outros. Não precisa de ser melhor.

O jogo do Benfica, pode resumir-se a duas frases dos treinadores adversários. Carlos Carvalhal justifica o empate com “O Marítimo teve uma grande dose de felicidade em conseguir o empate, e contou com uma grande exibição de Peçanha”. Carvalhal reconheceu a estratégia ultra-defensiva da sua equipa, mas afirmou que isso só sucedeu porque o Benfica esmagou o Marítimo impedindo os Maritimistas de praticamente saírem do seu meio campo. A outra frase, de Jorge Jesus “Foi um autêntico masacre”. As estatísticas comprovam-no. 39 Ataques do Benfica para 13 do Marítimo, 21 remates contra apenas 6 dos insulares, e uns incríveis 71% de posse de bola contra uns míseros 29% do Marítimo. O jogo teve um só sentido, jogando-se em grandes períodos de tempo com 21 jogadores no meio campo do marítimo, sobrando o espectador Quim. Espero que o jogo tenha já entrado na quota de 10% de erros que Vítor Pereira fala. No penalty do Marítimo, que posso admitir ter existido, os jogadores entraram na área antes do remate. Não sei da legalidade disso. Para além disso o eventual penalty é precedido de uma mão de um jogador do Marítimo, que a ser assinalada inviabilizaria essa jogada. Para além disso fica por marcar uma grande penalidade claríssima sobre David Luiz e ainda uma eventual penalidade sobre Saviola. Outra, foi mesmo marcada, e Cardozo não foi capaz de marcar. Uma nota de parabenização para o Marítimo, no entanto, pela organização defensiva e pela grande exibição do seu Keeper.

O Braga já lidera a classificação, tendo sido até à hora em que publico o post, o único clube a ganhar nesta primeira jornada. Uma boa estreia para o treinador Domingos Paciência, após a desastrosa prestação europeia.

Quanto à arbitragem, esperar apenas que os tais 10% dos erros, possam ser melhor repartidos pelos clubes, diferentemente do que aconteceu na época passada.

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Estou apaixonado.

>> domingo, 16 de agosto de 2009

Estou apaixonado por Lisboa. Verdadeiramente apaixonado. Ontem quando chegava a Lisboa, pela ponte Vasco da Gama, com o sol a reflectir no esplendoroso Tejo, avistando, por trás de uma espécie de nublina toda aquela zona do Parque das Nações imponente como se de um cartão de visita da maravilhosa cidade se tratasse, senti uma alegria enorme. Porque estou apaixonado por Lisboa e pela sua envolvência.

Em Lisboa temos praia, algo que não acontece em muitas cidades por esse mundo Fora, que fantástico é ver o anoitecer ou o amanhecer na Marginal, ou ter a praia de Oeiras ou de Cascais a meia hora mesmo para quem vive na outra ponta da cidade.

Em Lisboa, temos história, sendo maravilhoso os bairros históricos, as marchas populares, as ruelas apertadas, as pessoas na rua, enfim, Alfama, Madragoa, o Castelo de São Jorge.

Temos a zona oriental da cidade, com o renovado Parque das Nações, uma zona que alberga muitos dos serviços mais importantes numa combinação com os imponentes jardins e os espaços verdes que nos fazem respirar melhor. Que alegria, aos domingos à tarde, ver as famílias passear por aqueles jardins fora.

Temos Sintra, património mundial, cidade apaixonante e apaixonada, com o Castelo dos Mouros e o Palácio da Pena para os que quiserem disfrutar de um passeio por um dos sítios mais belos do mundo. Algo melhor que uma tarde de verão passada no fresquinho da Serra de Sintra?

E temos muito mais coisas. A Ericeira, aqui tão perto, zona de grande acalmia e excelente praia com o Convento de Mafra, não muito de longe, como símbolo da nossa Lisboa e zona circundante.

Temos a história, mais rural, mas não menos apaixonante e empolgante de Vila Franca e da Azambuja, muito ligada a aspectos e estractos específicos da nossa sociedade.

Temos Odivelas, que tem crescido tanto e que, espero eu, daqui a poucos meses comece a crescer melhor.

Lisboa é tudo isto. Temos tudo, tão perto. Podemos viajar muito, conhecer muitas cidades e muitos países, mas Lisboa é Lisboa. Única e fantástica.

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