SOL

>> sexta-feira, 12 de março de 2010

Os últimos dias foram de Sol. E nos próximos dias, o sol vai brilhar com ainda mais força. Estou certo. Esta previsão, não é mero feeling, pelo que não vos deixo a música dos Black Eyed Peas. Fica este vídeo, já do vosso conhecimento.

Read more...

A análise de Pedro Santana Lopes



P.S(D) - Seria bom que se prestasse especial atenção a algumas frases de Pedro Santana Lopes. Até porque podem ser teleportadas para muitas outras realidades.

Read more...

Na opinião de Paulo Garrido*

>> quinta-feira, 11 de março de 2010

O Modelo de Rateio Activo

Na vida partidária, em paralelismo com outros sectores de actividade, devemos manter permanentemente a capacidade de questionar certas realidades. Os modelos organizacionais dos Partidos, Institutos, Fundações e das Empresas são, tipicamente, ajustados para fazer face a características e problemáticas que são contextualizados no tempo. Faz parte do processo de evolução organizacional destas estruturas a obrigação de ajustar os modelos de gestão à realidade dos objectivos presentes.
Em período de campanha eleitoral interna e numa altura em que o Congresso se vai pronunciar sobre projectos de alterações estatutárias, existe uma questão que requer reflexão, carece de enquadramento estatutário e que parece condenada a ficar na lista de problemas conhecidos mas sem solução à vista.

Falo do problema de desvirtuação do princípio da democracia representativa como consequência do número muito extenso de militantes inactivos que existem hoje em dia no PSD.

São vários os casos de militantes inactivos. Muitos nem sequer são contactáveis. Outros, quando contactados, desconhecem a Secção a que pertencem, advogam não pagar quotas, não exercem o direito de voto e tão pouco participam em acções de campanha. São militantes, alguns por acidente, outros por favor, que não são interessados no Partido. Contudo, estes militantes têm a capacidade de influenciar decisivamente as eleições no PSD.

De facto este conjunto de militantes que não exerce conscientemente o seu dever de militância, ou o conjunto de militantes que desconhecem os seus deveres de militância têm capacidade eleitoral no PSD: Como? Utilizemos um exemplo aproximado que acontece no nosso Partido:

Uma secção com 1000 militantes, mas dos quais cerca de 600 são “fantasmas” vai a eleições. Elege 10 delegados ao congresso nacional ou 20 conselheiros distritais por força de ter 1000 militantes inscritos nos cadernos. Este resultado é independente do número de militantes que tenham votado no acto eleitoral.
Uma outra secção, com 500 militantes, mas dos quais apenas 50 são “fantasma” também participa do mesmo acto eleitoral. Elege 5 delegados ao congresso nacional ou 10 conselheiros distritais. Contudo, nesse acto eleitoral votaram 400 militantes da Secção.

Que conclusões podemos extrair da comparação dos resultados eleitorais nestas Secções?

Uma análise quantitativa diz-nos que na Secção onde 400 militantes expressaram a sua vontade foram eleitos metade dos delegados a congresso (ou conselheiros distritais) do que a secção onde votaram 10 militantes. Uma análise qualitativa diz-nos que o voto de 10 militantes de uma Secção é muito mais relevante do que o voto de 400 de outra.

Este exemplo, que não anda longe de algumas realidades vividas no nosso País, demonstra que o nosso modelo organizacional não qualifica a militância participada e activa num patamar superior ao da militância inactiva musculada. Constata-se que a presença deste género de militantes inactivos nas Secções ou Núcleos constituí um factor decisivo das geografias de poder dentro do nosso Partido. Há quem entenda que é mais importante ter muitos militantes, ainda que inactivos, do que ter muitos militantes activos.

O príncipio da nossa organização partidária assenta no conceito de democracia representativa. Ou seja, faz-se a representação de todo o Universo de militantes através de estruturas organizadas (Núcleos, Secções, Conselhos Distritais e Conselho Nacional) por uma pequena parte de militantes eleitos para o efeito. A questão de fundo que tem de ser resolvida coloca-se quando está demonstrado que os “militantes fantasma” distorcem e disvirtuam o príncipio da democracia representativa. O exemplo dado anteriormente é disso ilustrativo.

Existem consequências de ordem política que advém directamente desta fenomenologia de proliferação de militantes inactivos ou falsos militantes. Se é apenas o número de militantes que define o critério de representatividade de uma Secção, pois passa a ser justamente aumentar esse número (quantitativamente e não qualitativamente) a missão política de alguns dirigentes das mesmas. Não sendo per si um acto nobre filiar com este príncipio, não deixa de ser acção política. Interessa contudo, reverter o modelo. A Política deve sempre ser Nobre.

Dado este enquadramento devemos ser capazes de agir contra esta adulteração de príncipios de representativade democrática. E ao agir, temos de procurar outro tipo de enquadramento estatutário que nos permita garantir que é possível salvaguardar e promover o príncipio da democracia representativa dando mérito e valorizando quem é capaz de mobilizar, interessar e motivar os seus militantes.

No decorrer desta análise a proposta que entendo que dá resposta a este problema é uma alteração substancial no modelo de rateio que é hoje aplicado para o cálculo de delegados e conselheiros que cabem às Secções.

A proposta é simples: Um modelo de Rateio Activo. Proponho que o rateio seja feito posteriormente ao acto eleitoral, com base no cálculo de número de votantes por Secção em cada acto eleitoral. A premissa enunciada pretende garantir que quem mais votos totalmente deverá ser mais representado. Desta forma, torna-se imperativo a todas as Secções serem capazes de motivar e de mobilizar para que os seus militantes expressem verdadeiramente a sua vontade eleitoral. A relação Secção-Militante deixa der ser apenas no momento da concretização da filiação e tenderá a tornar-se estável e constante ao longo do tempo. É obtendo a expressão da vontade dos militantes que se deve concretizar a a representatividade das Secções. Este factor de competição é capaz, à semelhança da vida profissional, de nos levar à necessidade de todos, em conjunto, sermos capazes de nos exceder e de alcançar mais e melhor. Desta maneira ganham os militantes, ganham as Secções e fortalece-se o Partido com príncipios de exigência e mérito.

Esta solução tem um príncipio condutor muito claro. Pela afirmação da militância activa constrói-se o modelo de representatividade. É, nesse aspecto, absolutamente democrática, mas acarreta algumas condicionantes práticas previsíveis de natureza da fiscalização de resultados eleitorais. Sendo um modelo que “premeia” os números da votação é nesse sentido que o modelo tem de ser defendido. É de supôr que podem existir tentativas de iludir o sistema fazendo aparecer nos resultados das votações mais votos do que aqueles que na prática ocorreram. Isto transfere para a fiscalização do acto eleitoral uma importância absolutamente decisiva.

Há naturalmente mecanismos de garantia que se podem aplicar para a fiscalização do acto eleitoral de modo a assegurar “veracidade” do acto. Para além desta questão, há outras, de cariz operacional, que carecem ser postas à discussão. Neste momento o que me parece ser fundamental é discutir a aplicabilidade a curto prazo do princípio de rateio aqui enunciado.

Outro mecanismo que julgo que tem de ser conjugado com este é o da Refiliação. Uma vez efectuada, a Refiliação (que deveria ser imperativamente uma bandeira do próximo Presidente do PSD) permite “limpar” as listagens de militantes inactivos ou militantes virtuais. Contudo, se não existir uma definição de periodicidade obrigatória para este mecanismo, o efeito da Refiliação só não é mais do que usar um analgésico para minorar os efeitos de problema latente e que não ataca a origem do problema.

Por isso defendo que o próximo Presidente do PSD deveria assumir desde já um compromisso para com uma Refiliação assim que for eleito. Posteriormente deve implementar um mecanismo estatutário que permita defender uma militância activa sustentada e que não se socorra de um processo logístico com custos elevados para adiar a solução.

Cumpre fazer um esclarecimento fundamental. A ideia desta proposta não entra em conflito com a bondade e com a importância fundamental da filiação de militantes no PSD. Devemos, hoje em dia, ir mais além. Não basta filiar, é preciso fidelizar. Aquilo que se procura alcançar é um relacionamento mais saudável e durador entre os militantes e o Partido, através das Secções.

Combinar a Refiliação com o modelo de Rateio Activo, garantindo-se a verdadeira fiscalização dos actos eleitorais, significaria um passo importante de afirmação democrática de representatividade e de culto da meritocracia do trabalho de todas Secções.

É por estes príncipios que a JSD se deve sempre bater.

*Paulo Garrido é actualmente vice-presidente da secção Oriental de Lisboa. É licenciado em engenharia electrotécnica pelo IST.

Read more...

David e a sua ONGA

>> quarta-feira, 10 de março de 2010

São raras as vezes que “uso da palavra” para falar de pessoas aqui no Laranja Choque. Prefiro sobretudo falar de ideias, e abro hoje uma excepção, porque considero justo reconhecer o mérito e a qualidade das pessoas. Para além disso, cumpre dar nota de uma grande ideia, pelo que, dessa forma, não me afasto da linha “editorial” que digo aqui no Laranja Choque.

O David Silva é militante da JSD/Oeiras e é, indubitavelmente, a pessoa que milita na JSD que mais ideias exprime e mais obra concretiza em matéria de Ambiente. O Ambiente, bandeira política, que tantas vezes é tida como uma bandeira de esquerda, é uma causa transversal a toda a sociedade, pelo que, inerentemente, é também uma causa importante para a juventude Portuguesa.

O David é especialista em matérias ambientais, e agora que iniciou a sua formação superior, procura aprofundar ainda mais esses conhecimentos. E precisamente o exemplo de militante, ou seja, quando tantas vezes falo do que deve ser a postura na JSD, poderia dar o nome do David como exemplo: Alguém extremamente qualificado, que empresta um contributo fundamental à JSD. É este o percurso: Qualificação máxima e trazer conhecimento à JSD. O Inverso é de repudiar.

Quando em Setembro, apresentei o programa “Ganhar uma Geração”, perguntaram-me, se seria capaz, se um dia fosse candidato à Distrital, de inverter as lógicas de negociação e de poder pelo poder, convidando os melhores a fazerem parte da Distrital. Elegantemente, respondo desde Setembro o mesmo. Que me ficaria pessimamente falar de lugares, mas que, evidentemente, se um dia tiver essa oportunidade, mudarei totalmente o conceito de como se faz política. E essa mudança passa por aí. Mas a título de exemplo, nessa iniciativa e em outros fóruns, fui dando o nome do David. O David, de certeza absoluta, que terá que ter responsabilidades muito importantes numa próxima Distrital, onde deve ser chamado a chefiar uma equipa que se preocupe com estas questões ambientais. Era o que faltava, que uma pessoa deste calibre não fosse chamado a exercer funções. Precisamos de 10 David’s, especializados em áreas diferentes. É assim que se constrói uma grande estrutura. Temos que chamar os melhores, nas suas áreas, os mais aptos, aqueles que, mais decisivamente, podem dar um contributo importante no objectivo de…Ganhar Esta Geração!

A última grande ideia do David, foi a formação de uma ONGA, organização não governamental de índole ambiental. É um gesto fantástico, revelador de enorme maturidade. É importantíssimo que a sociedade civil se una em torno desta causa, perceba que o problema ambiental existe verdadeiramente e que é absolutamente urgente adoptar uma política ambiental que objective o combate dos grandes problemas ambientais que hoje se colocam a esta geração e, ainda com maior incidência, as gerações futuras. É importante este tipo de iniciativas, onde a sociedade civil se organiza, e faz emergir este tipo de organizações que defendem causas importantes, património de todos.

Fica aqui a justa a homenagem a um grande quadro política da JSD, proveniente de uma secção conhecida pela actividade fantástica que realiza e, sobretudo, fica o alerta para o problema ambiental. Vejam: otuneldeoeiras.blogs.sapo.pt, e acompanhem o processo de formação desta ONGA e outros trabalhos do David, precisamente em matéria de Ambiente.

Read more...

O Dia B, por Bruno Antunes

>> terça-feira, 9 de março de 2010

Desta vez lá tiveram juízo.

Se no caso dos minaretes, a maioria dos suíços demonstrou em referendo, alguma, para não dizer muita, falta de tolerância por aqueles que professam outro credo ou religião, desta feita em novo referendo a maioria dos suíços resolveu demonstrar ter mais tino.

Este novo referendo perguntava aos suíços se entendiam admissível a existência de advogados de animais. A resposta foi negativa em larga maioria (70,5%) e o povo suíço chumbou aquela hipótese.

Obtive o conhecimento desta iniciativa suíça pelo Diário de Notícias e ao ler a notícia apercebi-me dos motivos pelos quais os suíços rejeitaram esta proposta. Não sei se é um palpite da jornalista ou um facto mas na notícia podemos ver este trecho “O país (…) votou em massa (…) contra a proposta (…) rendendo-se talvez ao argumento de que isso representa um desperdício do dinheiro dos contribuintes.”. Já outro argumento perante o qual os suíços terão sido sensíveis foi o de que para os produtores de gado e de leite a aprovação daquele cenário representaria um aumento de burocracia. Ainda outro vai no sentido de o país dos relógios ter leis bastante protectoras dos animais.

Estes argumentos apresentados parecem-me pertinentes até certo ponto mas não são de todo os mais decisivos. A julgar pela notícia parece que ninguém se lembrou do argumento mais determinante, o de que num Estado de Direito só faz sentido ser parte processual quem tem personalidade judiciária (entre outros pressupostos que aqui não cabe analisar), aliás, melhor dito, “personalidade judiciária consiste na possibilidade de ser parte” de acordo com o Artigo 6º nº1 do Código do Processo Civil. No 2º nº explicita-se que tem personalidade judiciária quem tem personalidade jurídica. Ora, os animais não têm personalidade jurídica e também não ocorre nenhuma das situações do nº3 do mesmo artigo que postula uma extensão da personalidade judiciária que não chega aos animais.

Parece que este artigo português não tem paralelo na Suiça, ou se tem, ninguém se lembrou dele, estranhamente. A Suiça tem uma legislação bastante vincada na protecção dos animais como refere a notícia, com leis que proíbem o lançamento de peixes em sanitas, que obrigam a que os hamsters e periquitos tenham um parceiro na gaiola, que o gado e cavalos têm que fazer exercício fora dos estábulos e que os donos de cães têm que passar por cursos para cuidar deles.

Concordando-se ou não com aquelas leis, vemos que a Suíça continua a brindar-nos com casos sui generis. Algo que cá por Portugal parece impensável, por cá parece imperar o juízo.

Read more...

Na opinião de, Hugo Sampaio*

>> segunda-feira, 8 de março de 2010

A Importância da informação na JSD

Ninguém duvida que vivemos numa sociedade comunicacional. E nesta, tal como o ar, as notícias sobre (quase) tudo e sobre (quase) todos circulam ininterruptamente. Na feliz expressão de McLuhan, nos dias que correm o mundo não passa de uma “aldeia global”. Quem não tiver consciência disto, não está preparado para fazer chegar a sua mensagem junto dos seus concidadãos que, a ser assim, facilmente conhecerão o que se passa no extremo da aldeia, mas continuarão sem saber o que está a acontecer à porta da sua casa ou à porta do vizinho da sua rua.
Daí que seja fundamental que qualquer instituição/organização desenvolva instrumentos e estratégias de comunicação que se traduzam na construção de uma eficaz e eficiente rede por onde circule a informação.

É neste contexto que em qualquer Comissão Política Nacional da JSD é importantíssimo o Gabinete de Informação Nacional. Trata-se, como é óbvio, de um órgão a quem compete promover a comunicação interna e externa da CPN, contribuindo para a consolidação e manutenção da imagem do JSD e difusão da sua mensagem.

Exemplo de um plano estratégico de comunicação de uma CPN:
Sob a orientação do Director de Informação Nacional da JSD em estreita colaboração com toda a Comissão Política, caberá a este Gabinete a implementação das seguintes tarefas:

• Promover uma política de comunicação forte e eficaz, em que a circulação da comunicação entre a CPN e os seus militantes e simpatizantes seja sinónimo de proximidade e de interacção;

• Promover e divulgar a imagem da CPN junto do público externo e dos Órgãos de Comunicação Social, de forma a interagir com a sociedade de um modo mais dinâmico;

• Gerir a relação da JSD com os Órgãos de Comunicação Social;

• Divulgar junto dos media as tomadas de posição assumidas pela CPN, assim como as iniciativas e eventos considerados relevantes;

• Criar e gerir os conteúdos do sítio institucional na Internet;

• Elaborar, periodicamente, uma newsletter para os militantes e simpatizantes do JSD (distritos e regiões autónomas) que, para o efeito, se registem;

• Potenciar sinergias para o envolvimento dos militantes e simpatizantes nos projectos e realizações da JSD nos respectivos distritos e regiões autónomas;

• Todo este trabalho seja realizado de forma articulada com a Comissão Política Nacional da JSD e o Gabinete de Informação Nacional da JSD com a finalidade de obter uma uniformização do mesmo para através da Newsletter potenciar, divulgar e canalizar as actividades realizadas nos diversos distritos e respectivas regiões autónomas capitalizando assim as iniciativas especificas colocando a informação acessível a todos os militantes;

• Capitalizar o formato da Contacto;

• Criação de uma base de dados com o endereço dos membros da Comissão Política Nacional, Mesa do Congresso, Conselho de Jurisdição Nacional, Conselho Nacional, Comissões Políticas Regionais ,Comissões Políticas Distritais ,Comissão Política de Secção e Núcleos;

• Criação de Forúns tipo chat no Site da JSD sobre temas da actualidade sempre que oportuno;

• Possibilidade de diálogo entre membro da CPN e militantes com horário estabelecido;

• Adesão ao hi5, facebook , my space, second life;

• Anuncio de informação relevante através de sms para os militantes;

• Reforço na aposta na JSD TV (Cobertura da Universidade de Verão, Universidade da Europa, Universidade do Poder Local, iniciativas de formação política, factos relevantes);

• Reforço na aposta na JSD Foto;

• Aposta em Tempos de Antena sempre que necessário uma vez que estes são meios de difusão de mensagem e a JSD como maior organização política de Juventude em Portugal tem de ser a alavanca da mudança;

Pretende-se que, através do trabalho deste Gabinete de Informação Nacional da JSD, passe para o exterior, nomeadamente, para a Comunicação Social, e, por seu intermédio, para a população em geral e para a juventude em particular uma mensagem oportuna, pertinente, coerente e concertada, transmitida numa linguagem tecnicamente correcta e profissional, sob o ponto de vista jornalístico.
É a isso que nos obrigam os valores sociais democratas em que acreditamos, mas é isso que, sobretudo, nos exigem os jovens ao esperarem de nós ideias e projectos válidos para a resolução dos seus problemas e para a melhoria da sua qualidade de vida.

Na política como em tudo na vida, quem não aparece esquece. E quem é esquecido deixa de existir…

Importa, portanto, que as nossas ideias e as nossas propostas sejam divulgadas. Que as nossas iniciativas sejam noticiadas. Porque de nada valerá a excelência da nossa mensagem, porventura a melhor da região, se as pessoas que vivem nesta rua da nossa aldeia global chamada Portugal não a conhecerem.´

As rádios e os jornais dos Distritos, são meios em que devemos saber investir, mantendo com todos eles uma relação correcta, sempre através do email oficial. E o mesmo se diga, caso se justifique, com os media de âmbito nacional.
E, assim, ganhará a JSD. Ganhará Portugal…

*Hugo Sampaio é militante da JSD, em Viana do Castelo. Durante vários anos assumiu um papel importante na coordenação da informação nacional da informação da JSD.

Read more...

Análise da Jornada

>> domingo, 7 de março de 2010

O Porto, foi o primeiro dos grandes a entrar em campo. Uma exibição deplorável, a que nos vamos habituando. A perder 2-0, durante mais de uma hora, contra uma equipa que luta para não descer. Conseguiu o empate a duas bolas, a 10 segundos do fim, mas, embora matematicamente ainda possa ser campeão, dispondo do calendário mais acessível das três equipas com hipóteses de vencer a prova, dificilmente chegará ao penta-campeonato. Terá uma semana decisiva, com a deslocação a Londres e a final da Taça da Liga ante o grande rival Benfica.

O Braga, também perdeu pontos, ao empatar no terreno do aflito Setúbal. O Braga tem vindo a cair, ganhando tangencialmente e com um golo irregular ante o Marítimo, tendo enormes dificuldades com o Olhanense, tendo sido goleado com o Porto. Vai jogar, todas as suas aspirações, dia 28, na deslocação à Luz para o jogo do título. Se ganhar, e tendo em conta o calendário que se segue, tem todas as hipóteses de ser Campeão. Em caso de empate, continua tudo em aberto, mas julgo que a taça já não fugirá ao Benfica. Em caso de Derrota, Benfica quase que garante campeonato.

O Sporting, volta a golear, desta feita, em casa do Belenenses, por quatro bolas a zero, num jogo extraordinário do Levezinho, que apontou os quatro golos da equipa, numa exibição para mais tarde recordar. O Sporting está em fase ascendente, e poderá disputar a eliminatória da Liga Europa com o Atlético Madrid de Quique Flores. Em principio, assegurará o objectivo da época, que é o 4ºlugar e poderá ainda assustar os Dragões.

O Benfica, defrontou uma excelente equipa, que ainda não tinha perdido na Segunda Volta, e que, contrariamente ao que a maioria das equipas mais pequenas fazem, não jogou com dois autocarros. Jogou bem, com garra e discutiu o jogo. No entanto, os Encarnados fizeram um jogo fantástico, com um arranque fortíssimo na primeira e na segunda parte, que triturou os jogadores do Paços. Di Maria comprovou o excelente momento de forma, Cardozo voltou a descolar de Falcão, Amorim e Martins dizem “Presente!” a Carlos Queiroz, Saviola é fenomenal, e o menino Airton mostra porque foi campeão Brasileiro. Chamo a atenção, que o Benfica terá ainda que jogar com Braga, Porto e Sporting, tendo ainda que se deslocar ao sempre difícil Estádio da Choupana. Para além disso, joga uma eliminatória muitíssimo exigente contra uma das equipas candidatas à vitória final na Liga Europa, o Marselha, bem como a exigente final da Taça da Liga ante o eterno rival Futebol Clube do Porto.

A ver vamos.

Read more...

Notas Várias

>> sexta-feira, 5 de março de 2010

Gostaria de, em primeiro lugar, salientar que este sábado vão existir dois convívios no que à JSD diz respeito. Um, na sede da secção da Amadora, a propósito do lançamento do blogue da secção, na sequência das já aqui mencionadas eleições para os órgãos locais que transmitiram um sinal de convergência pela Amadora, tal como alude o próprio convite deste convívio. Um outro convívio, em Queluz, organizado por uma secção que já aqui mencionei bastantes vezes pelo bom trabalho que tem desenvolvido ao longo dos últimos meses.

Também no Sábado, mas à tarde, o PSICOLARANJA, organiza mais uma iniciativa, esta subordinada à própria evolução histórica do Partido Social Democrata, que contará com a presença de Conceição Monteiro, antiga secretária de Francisco Sá Carneiro e figura muito acarinhada nas hostes do PSD. O evento terá lugar na Secção Oriental.

Há algumas horas atrás, realizou-se, na secção I de Lisboa, um colóquio com a Dra. Paula Teixeira da Cruz, poucos dias depois da JSD Local ter ido a eleições, tendo sido eleito para Presidente da Comissão Política o meu amigo Nuno Firmo, que num contexto de lista única observou a sua eleição ser bastante concorrida, obtendo um resultado expressivo que lhe dá ainda mais força para os próximos dois anos, na liderança da referida secção do Concelho de Lisboa.

Deixo-vos aqui uma música dos Deolinda. Agora? Claro que sim!

Read more...

Discurso de Despedida do Nélson Faria.

>> quinta-feira, 4 de março de 2010

Read more...

Com uma força que ninguém pode parar.

Read more...