Impulsividade...aguenta aí os cavalos!

>> quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Nos últimos tempos, num ou noutro domínio, uma das minhas características mais vincadas, mas não necessariamente positiva, tem sido posta à prova: A impulsividade. Já me aconteceu, talvez uma dezena de vezes ter aqui alguns textos escritos, mais “rasgadinhos”. Mas existem momentos na vida para tudo. E o momento actual exige ponderação. Exige alguns silêncios.

Às vezes pego no telefone e com amigos próximos conto-lhes. Acabamos a conversa a rir. Mas sempre muito serenos.

Não é difícil estar-se tranquilo. Basta saber-se o que se está a fazer e que o que se está a fazer é o mais correcto.

Ponderação. Tranquilidade. Serenidade. Para fugir à expressão do costume.

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Discurso de Despedida do Nélson Faria

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Mercado de Inverno

Durante o mês de Janeiro, o Laranja Choque vai anunciar as suas contratações de inverno. A juntar ao Bruno Antunes, que aqui tem vindo a brindar-nos com excelentes análises, no seu conhecido Dia B, o Laranja Choque irá contratar, a título definitivo até ao final da corrente temporada blogosférica, mais dois ou três craques.

Anunciarei, oportunamente, os seus nomes e o registo em que se propõe a escrever.

Dado inicio aos dois espaços In Fine e o Debate sobre temas fracturantes dentro da JSD, serão colocados novos artigos adstritos a essas rubricas. Insistirei ainda nos convidados, elemento importante deste vosso espaço.

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Directas, por Helena Coelho*

>> quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Não às Directas na JSD

Sou, por natureza, apoiante das directas. Representam a vontade clara da maioria. Num partido democrático, escolher o líder por qualquer outra via seria irracional.
Mas, deverá o modelo organizacional da JSD ser uma cópia exacta do do PSD?!
Por definição, o Partido Social Democrata assenta na noção de que as decisões major devem ser tomadas pela maioria (50% + 1).
Isto faz sentido se pensarmos que as bases, ou seja, o voto anónimo, é livre em consciência. Se o conceito é discutível a nível partidário, a nível de juventude torna-se ridículo.

Num partido com a dimensão do PPD/PSD, temos notícias na comunicação social que tornam a nossa opinião diversa e isenta. A nível de juventude, tal não acontece.
O militante de uma juventude partidária é um militante recente, que não conhece (ou conhece mal) o trabalho dos antecessores e as pessoas visadas no processo eleitoral. Ademais, é um militante inevitavelmente ligado ao seu proponente. As juventudes são terreno fértil para cacique e, a nível local e em secções de dimensão reduzida, ganha o mais popular. A militância tem início, regra geral, através de amigos e por razões que pouco ou nada têm que ver com a política especificamente.

Por outro lado, as eleições nas juventudes partidárias têm um número de participantes incomparavelmente inferior ao do partido. Logisticamente, não seria compensador abrir todas as secções do país em dia de directas para a JSD.
Por isso, se a nível de partido os delegados ao congresso estão longe de representar a sua secção, a nível de Jota os delegados representam claramente as facções empenhadas e envolvidas.

Eu digo NÃO às directas na JSD!

* A Helena Coelho é a actual presidente de secção da JSD/Queluz. Nas últimas eleições autárquicas, realizou um óptimo trabalho no Concelho de Sintra. Mais recentemente, organizou na sua secção, uma excelente iniciativa sobre políticas de Juventude. Fica o agradecimento pela sua colaboração no Laranja Choque.

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Casamento Homossexual - O Referendo.

Casamento Homossexual – O Referendo.

Um número incrível de pessoas (90 mil) apresentaram no Parlamento, uma proposta no sentido de suspender o processo de aprovação parlamentar do Casamento Homossexual, exigindo uma consulta popular, vulgo, referendum, questionando as portuguesas e os portugueses sobre a sua concordância ou discordância sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Não interessa para o caso a minha opinião sobre a temática. Aliás, julgo que já aqui a tenho referido. Sobre a questão do referendo, posso-vos dizer, que era favorável a essa consulta popular, porque considero que o casamento entre pessoas do mesmo sexo mexe com questões muito sensíveis na sociedade portuguesa e poderá abrir portas a realidades como a adopção, pelo que, com um referendum, o debate e o esclarecimento seria muito maior, podendo tomar-se decisões de forma muito mais serena. Por outro lado, também sou sensível ao argumento, de que os direitos fundamentais serão efectivamente “trunfos contra a maioria” e se assim é, não faz sentido pedir-se à maioria que decida sobre um pretenso direito fundamental de uma minoria.

Contudo, observando o que se passou em relação ao aborto, também aí se chamou à colação uma maioria para tomar decisões sobre uma minoria, sobre um alegado direito de fundamental ao livre desenvolvimento da personalidade das mulheres. Também ai a questão do referendum poderia (e deveria?) ter sido colocada. Mas não foi. Nesse caso não se entendeu que os partidos que tinham sido eleitos, o tinham sido com essa orientação expressa nos seus programas ou nos anúncios que foram fazendo. Aí, com uma maioria absoluta do Partido Socialista, entendeu-se que se deveria ir a referendum, mesmo tendo em conta, que em anteriores consultas populares as pessoas já se tinham pronunciado desfavoravelmente.

Neste caso, perante 90.000 pessoas interessadas em participar desta decisão, recusa-se o referendum, porque se diz que os partidos que foram eleitos e que formam uma maioria de esquerda no Parlamento tinham essa proposta nos seus programas. Se assim fosse, nenhum receio existiria de que o SIM ao casamento homossexual não passasse.

Julgo que estamos aqui perante alguma incoerência. Salientando mais uma vez, que esta nota, em nada implica a minha opinião sobre o casamento homossexual e não retira uma linha aos argumentos, que já afirmei ser sensível, e que se pronunciam pelos efeitos nefastos de se avançar para a consulta popular.

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Eco - Rir :)

>> terça-feira, 5 de janeiro de 2010

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Dia B, por Bruno Antunes

>> domingo, 3 de janeiro de 2010

Um País Desenvolvido

Apesar das dificuldades económicas, dos problemas sociais, de algum parco progresso civilizacional que caracteriza Portugal relativamente a alguns dos demais países europeus, creio que estamos num país desenvolvido.

No entanto, esta minha convicção sofre por diversas vezes alguns abalos. Abalos como aquele que está bem presente nos concelhos de Cascais e de Oeiras, logo estes que representam como que expoentes máximos da qualidade de vida neste país.
O abalo de que falo é a iluminação pública ou a falta dela. Por estes dias, observo a iluminação de rua tanto da estrada Nacional 6 (vulgo Marginal de Cascais) como de ruas interiores nos dois concelhos referidos e fico estupefacto com a quantidade de candeeiros apagados durante a noite. Se numa Estrada Nacional o perigo é grande devido à velocidade a que os automóveis circulam, numa estrada interior o perigo pode ganhar outras dimensões pelo facto de poderem circular peões. Imagine-se numa noite de ventos e chuvadas fortes o perigo que não é circular na rua.

Perante este cenário pergunto-me quem é o responsável pela iluminação pública. Autarquias ou EDP? Devo dizer que já ouvi várias versões, então fui-me informar para melhor esclarecimento. Ora, procurei legislação mas não encontrei (se alguém encontrar avise na caixa de comentários). O que encontrei foi uma exposição em Power Point de um Workshop da EDP que refere “A gestão da iluminação pública é da responsabilidade das Câmaras Municipais no que respeita a níveis e horários de iluminação e ao tipo e número de aparelhos de iluminação e lâmpadas em serviço. Compete à EDP Distribuição manter a manutenção das instalações de iluminação pública (Contrato Concessão) ”.

Ora, daqui parece decorrer de modo claro que é a EDP a responsável pela manutenção dos candeeiros públicos. Coloca-se o problema de saber como enfrentar este problema. Conferindo algum cunho jurídico a este problema importa afirmar que o direito a iluminação pública não parece constituir um direito fundamental na medida em que não se pode dizer que quem quer que seja possui um único direito à iluminação pública como à protecção do ambiente ou do património. Este problema parece enquadrar-se antes na categoria de interesse difuso. Os interesses difusos são, conforme defende o Professor Jorge Miranda, “necessidades comuns a conjuntos mais ou menos largos e indeterminados de indivíduos e que somente podem ser satisfeitas numa perspectiva comunitária”.

Posto isto, não é possível ao cidadão a exigência daquele direito como se de um direito fundamental se tratasse cuja omissão ou violação constituiria uma inconstitucionalidade. Tratando-se de um interesse difuso o meio ao dispor dos cidadãos é o que está previsto no Artigo 52º nº3 da Constituição que permite aos cidadãos o direito de acção popular para defesa da qualidade de vida, porque afinal é disso que se trata.

Existe, por isso, um meio que pode ser utilizado, mas claro “com conta, peso e medida”. Ademais, entendo que as Autarquias, ou melhor, as Câmaras devem ter um papel preponderante neste problema porque é para estas que a EDP trabalha quando mantém a iluminação pública.

Espera-se acima de tudo a protecção do interesse do cidadão, porque quero continuar a acreditar que este é um país desenvolvido.

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O sucessor de Shaq

>> sábado, 2 de janeiro de 2010

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Resultado das Votações

Em primeiro lugar, salientar que coloquei as votações já muito próximo do final do ano, pelo que os resultados, com muitas pessoas fora e a não visitarem o Blogue, pode não ser totalmente conclusivo do que pensam os leitores habituais do Laranja Choque. Fica, no entanto, o resumo:

Personalidade Nacional da Década:

José Sócrates e Durão Barroso.

Personalidade Internacional da Década:

Barack Obama

Pior Personalidade da Década:

Bin Laden

Melhor Acontecimento Nacional da Década:

Euro2004

Melhor Acontecimento Internacional da Década:

Vitória de Barack Obama e as redes sociais/blogosfera.

Pior Acontecimento Nacional da Década:

A queda da ponte de Entre-os-rios.

Pior Acontecimento Internacional da Década:

11 de Setembro.

Em votação continua a pergunta sobre a importância das redes sociais e a eleição da melhor banda da actualidade.

Mais uma vez, votos de um fantástico ano de 2010 para todos!

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Excelente 2010 para todos!

>> sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

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