Carrega MEL!!!!
>> segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Grande, grande. Muito bem, a Mel continua a dar que falar!!
Read more...Grande, grande. Muito bem, a Mel continua a dar que falar!!
Read more...Aqui, foram as freguesias, onde a JSD/Moscavide acabou por não ter qualquer representação. Freguesias muitíssimo complicadas, as mais complicadas, pelo menos, da zona de secção do PSD/Moscavide. Os resultados não foram famosos na Apelação e em Santa Iria, mas subiu-se, ligeiramente, em Unhos – os dados que tinha dado em primeira mão, afinal não eram os correctos. Não obstante estes resultados, menos positivos, nas duas freguesias que mencionei, cumpre destacar o excelente trabalho do Michael que desenvolveu uma actividade politica merecedora de um outro resultado. Julgo que, futuramente, o PSD e também a JSD deverão apostar muito na formação de novos quadros nesta freguesia, em especial, Santa Iria, é uma freguesia muito grande e que poderá ter um peso importante no futuro do PSD.
Com estes dois post’s, termino a análise por freguesias. Segue-se uma segunda fase de análise partidária. Esses textos, requerem um pouco mais de “estudo” e de maior desenvolvimento. Pelo que julgo que talvez não seja má ideia fazer uma breve interrupção no Dossier, remetendo esta análise para depois de dia 17, dia da Assembleia Municipal, tentando, no entanto, fechar o Dossier, antes do final de 2009, embora, como já vos disse, tenha uma surpresa para vós, para os últimos dias de Dezembro.
Ate lá!
O Gabinete Autárquico deve ser isso mesmo: um Gabinete. Ao longo dos tempos as
diversas Comissões Políticas Distritais vêm delegando numa pessoa todo o trabalho
autárquico, ao invés de o distribuírem e descentralizarem de forma a obterem uma
maior produtividade desenvolvida pela actividade política da Distrital, nesse domínio.
Assim, em termos orgânicos, defendo que deve existir um coordenador autárquico,
eleito na lista da CPDL, necessariamente pertencente a um dos dez concelhos que a
CPDL tem sob a sua jurisdição. Posteriormente, deve escolher outros nove elementos,
cada um de concelho diferente, para formar um verdadeiro gabinete autárquico com
forte implementação no terreno e que forneça à CPDL todos os dados de que
necessita para executar políticas assertivas e direccionadas para os jovens dos
diversos Concelhos que formam a Distrital de Lisboa. No que à actividade diz respeito,
deve ser feito um dossier com todos os dados importantes dos vários Concelhos,
como por exemplo, a indicação do número e da localização das escolas e
Universidades existentes, quais são as principais associação de jovens e identificar os
principais problemas e anseios dos jovens de cada município.
Para além disso, é impensável que a CPDL não marque presença, no seu mandato,
em pelo menos uma assembleia municipal de cada Concelho, devendo ficar a cargo,
precisamente do Gabinete Autárquico a indicação das datas em que se realizam as
Assembleias e a participação nas mesmas recolhendo mais elementos para que de
forma mais fácil e eficiente se consiga direccionar o trabalho desenvolvido para os
jovens. Para além disto, o Gabinete Autárquico deve ainda ter um papel formativo em
relação aos jovens autarcas nos diversos Concelhos, devendo procurar a comunhão de
esforços entre os diversos autarcas, as comissões políticas residenciais e a CPDL
A Distrital de Lisboa, convocou mais uma reunião de comissão política alargarda a presidentes de secção. É uma boa iniciativa. Vai ao encontro do que tenho pedido várias vezes e da necessidade de maior abrangência que carece a actividade política desta CPDL. Por outro lado, a reunião terá lugar numa secção do Concelho de Lisboa. Não será na sede Distrital, o que poderá representar um sinal de tentativa de descentralização.
É algo de positivo. Deve ser salientado.
Para mim estar na política, apenas com credibilidade. E por isso, para ter legitimidade para criticar, devo elogiar as atitudes que merecem aplauso. Esta é uma delas.
Os Minaretes.
No meu blogue já versei sobre este tema, mas creio que uma análise um todo nada mais aprofundada não faz mal a ninguém.
Na Suíça, país que constantemente opta pelo alheamento, pela não intervenção, pela não opinião, no fundo, pela neutralidade, tomou-se uma decisão extremíssima, e de extrema gravidade. Aprovou-se por via de um referendo a proibição de construção de minaretes que são as torres dos templos muçulmanos.
Desde logo, fico pasmado com a possibilidade de apenas 100000 assinaturas conseguirem provocar um referendo, algo impensável em Portugal.
Depois pergunto-me como pode tal questão ser colocada, quando se trata de uma maioria a decidir o futuro de uma minoria, e quando a pergunta a ser afirmativamente respondida comporta uma clara inconstitucionalidade, pelo menos em Portugal onde na sua Constituição, o Artigo 41º postula a defesa da liberdade de religião e de culto.
Porém, não é só na nossa Lei Fundamental que esta questão deveria suscitar uma clara e inconstitucionalidade.
Vide a Constituição Suíça. Logo no Artigo 8º nº2 se infere que ninguém deve ser discriminado em razão da sua convicção religiosa. Este princípio é, no Artigo 15º, concretizado quando se refere que todos têm o direito à liberdade de religião.
Se isto não é totalmente incompatível com a pergunta colocada no referendo, então o que será?
Gravíssimo também é, para além da pergunta, a resposta maioritária que lhe foi dada. Cerca de 57% dos suíços respondeu afirmativamente muito por influência das populações mais rurais onde há menos imigrantes e onde necessariamente as pessoas menos convivem com eles.
Esta proibição para além de violadora de princípios basilares (de que Portugal não tem exclusividade pois são basilares em grande parte do Mundo) poderá acarretar consequências gravíssimas.
Há cerca de 70 anos também outros crentes de outra religião foram perseguidos, tendo tudo começado com o encerramento dos seus locais de culto, continuando posteriormente com as restrições dramáticas que lhes impuseram e que conduziram à morte de cerca de 6 milhões. Falo naturalmente dos judeus. Espero que a história não se repita.
Depois, nota-se a total insensibilidade e indiferença perante aqueles que apesar de viverem em país diferente do seu (ou não, já há suíços muçulmanos) querem continuar a professar a sua religião. Incrível como nem sequer o raciocínio algo egoísta do “não faças aos outros o que não queres que façam a ti” passou pela cabeça da maioria dos suíços.
Se a ideia foi impedir que os muçulmanos andassem a disparar das torres contra as pessoas por aquele ser um lugar privilegiado para isso, então daqui a uns tempos aproveitam a ideia e ainda destroem os prédios na Suíça com mais de 3 andares. Pode ser perigoso…Ridículo…
Deixando-me de ironias, grave também, foi a total falta de percepção por parte desta gente, dos efeitos de ricochete que esta proibição pode ter. A ver vamos, o tempo o dirá.
Importa ainda uma referência à importância que foi dada a este tema nos órgãos de comunicação social. Foi muito parca. Se a caricatura de Maomé (sobre a qual tenho entendimento substancialmente diferente deste caso) mereceu tantas parangonas nos media também por culpa dos desacatos, esta questão dos minaretes foi parcamente abordada.
Aliás, as reacções dos muçulmanos foram muito mais audíveis e visíveis daquela vez (da caricatura) que desta, sendo que esta foi muito mais gravosa que a anterior.
Irei terminar este post do mesmo modo que terminei o que já havia escrito no um blogue do caraças.
Tenho receio que não haja bom senso. Tenho confiança, contudo, que se ponha travão nisto.
Bruno Antunes.
Este deveria ser o princípio máximo pelo qual se deveria reger qualquer candidato a
presidente de uma distrital, no momento de constituir a equipa como que se propõe a
trabalhar nos dois anos seguintes. É altamente improvável, para não dizer impossível,
que a reunião de elementos menos qualificados e menos preparados para dirigirem
uma estrutura como é a JSD/Lisboa dê num resultado positivo para os jovens de
Lisboa.
A constituição de uma equipa não pode ser uma amálgama de pessoas
repescadas das secções com maior peso eleitoral no distrito de Lisboa, sem qualquer
atribuição de funções, que apenas fazem figura de corpo presente e que comportam
um valor acrescido muitíssimo diminuto. Urge eliminar o preconceito de que não
podemos ter militantes de secções mais pequenas a ocupar os postos de maior
destaque dentro de uma Comissão Política Distrital. Como também não pode haver o
preconceito de não se poder chamar para os cargos, ditos mais importantes, várias
pessoas da mesma secção. Julgo, que se deve ter em atenção o equilíbrio concelhio,
isto é, a distrital deve ser o mais abrangente possível e chamar a colaborar militantes provenientes dos vários Concelhos, mas esse equilíbrio, não poderá ser feito à custa da perca de eficiência da equipa, excluindo militantes muito válidos que poderiam dar um enorme contributo, apenas porque são de uma secção que já tem muitos possíveis candidatos aos lugares disponíveis ou porque são de uma secção com menos militantes mas muitas vezes com mais trabalho feito.
Devemos ter uma Comissão Política Distrital de Pessoas e não de secções. Cada
pessoa deve ser escolhida, exclusivamente pelo seu perfil para desempenhar
determinado cargo. Mais, cada pessoa que for escolhida para uma Comissão Política
Distrital deve ter um caderno de encargos individual que deverá cumprir. Não mais
podemos continuar a convidar para uma Comissão Política Distrital tão importante
como a de Lisboa, pessoas que não estamos sequer no top-50 das suas secções,
exclusivamente porque são “oposição à nossa oposição”. Esta lógica divisionista tem
de acabar.
Hoje o jogo com a Académica configura talvez o mais importante desafio que o Benfica teve até hoje no decorrer do Campeonato Nacional.
Em caso de vitória, para além de voltar a partilhar a liderança com o Braga, deixa o Futebol Clube do Porto a três pontos, mantendo-se com todas as hipóteses de chegar ao jogo da Luz com o Porto com a possibilidade de mesmo não ganhando essa partida manter a liderança. Por outro lado, em caso de vitória no dia 20 de Dezembro ante os azuis e brancos, o Benfica poderá ter o campeonato praticamente ganho.
Por outro lado, em caso de hoje perder na Luz, frente à Académica, para além de não aproveitar a escorregadela dos arsenalistas, é igualado na tabela classificativa pelo Futebol Clube do Porto (em crescendo de forma), ficando pressionado a, obrigatoriamente, ganhar o jogo na Luz ante o Futebol Clube do Porto.
Hoje o jogo é mesmo muito importante. É quanto a mim decisivo. Logo veremos se o Benfica de Jorge Jesus vai ser capaz de demonstrar mais uma vez o estofo de campeão ou se vai deixar fugir uma oportunidade de ouro para dar um passo importantissimo rumo ao título 2009/2010.
Não de Janeiro a Janeiro, como a música entediante do conhecido hipermercado, mas de Domingo a Domingo, algumas passagens do Programa Ganhar uma Geração, apresentado no dia 18 de Setembro. Às 22horas, todos os dias.
Read more...