Discurso de Despedida do Nélson Faria

>> quinta-feira, 5 de novembro de 2009



P.S(D) - Este foi o discurso de despedida do Nélson Faria enquanto militante da JSD. Um discurso fantástico, arrepiante. Hoje, se em 5 minutos tivesse de explicar a um novo militante a JSD, o que pretendia dele, o que considerava que ele deveria fazer a bem dos jovens, no intuito de Ganhar esta Geração, mostrar-lhe-ia este discuso. Tem tudo o que ele precisa de saber. Como estar na vida, como estar na política.

Assim, em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês (nos próximos 6 meses), este discurso será publicado. Para que, no meio do esquecimento que muitas vezes nos tolhe o pensamento e a acção,nos lembremos de como se deve estar na vida e na política.

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Notas Várias

• Num espaço de 10 a 12 dias, falta a água no meu prédio 7 vezes. Alguns dias, com corte na água entre as 7h30 da manhã e as 23horas. Serviços Municipalizados não emitem qualquer nota sobre o assunto. Trata-se de alguma obra, que por provocar, evidente, mau estar entre as pessoas foi remetida para depois das eleições? O que se passa? É impensável e insustentável esta situação, para além dos perigos que existem, nomeadamente porque se podem danificar muitos equipamentos.

• PSD. Finalmente as coisas parecem serenar. Acabou o reboliço de nomes com os esclarecimentos do Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Tempo para nos debruçarmos sobre o Programa de Governo e o Orçamento do Estado. Sobre o primeiro, sendo uma cópia do Programa Eleitoral do PS, entendo que o PSD não pode votar a favor, porque tem divergências de pensamento profundo, mas que também não deveria votar contra tendo em conta a ratificação popular do mesmo. Quanto ao Orçamento do Estado, só depois da apresentação do documento se podem tomar, evidentemente, posições (para opinião semelhante, vide, no Quarta República post do Dr.Miguel Frasquilho).

• Casamento homossexual. É tema fracturante, que mexe com valores fundamentais enraizados na nossa sociedade. Não estou convencido que a maioria dos portugueses concordem. Acho que uma discussão nacional sobre o assunto para conferir maior legitimidade era boa, até para os defensores da ideia. Sócrates vai avançar para a alteração legal, por via parlamentar. Corre o risco de daqui a alguns anos, se verificar nova alteração parlamentar. Com o Referendo, tudo seria mais seguro (a este propósito remeto para um texto no PSICOLARANJA do Paulo Colaço, defensor do casamento homossexual e que considera que o mesmo deveria ser referendado).

• Competições Europeias. Porto, muito bem, garante qualificação à 4ªJornada. Sporting, à espreita do mesmo feito. Sobre Sporting, Paulo Bento poderá ter novo balão de oxigénio se ganhar hoje. É complicado demitir Paulo Bento, após se ter “pedido” para que ficasse no final da época passada, quando aparentemente tinha mercado. Benfica, jogo muito importante em Liverpool, diante de um Everton, seguramente, mais forte do que o que jogou na Luz e foi goleado por 5 bolas a zero. Sobre o jogo de Braga, não retirando o mérito ao Sporting de Braga, foi algo de escandaloso e claramente cozinhado (para mais esclarecimentos vide Vedeta da Bola, vários textos).

• Hoje Comissão Politica Distrital alargada a Presidentes de Secção (Finalmente!). Mas marcada para as 19horas? Quando muita gente está a trabalhar ou em aulas? E em dia de importante jornada europeia dos Clubes de Lisboa? Existirá mesmo vontade de realizar esta alargada, ou é mais uma “fantochada”? Ainda sobre a Distrital, começam a ventilar-se vários nomes como putativos candidatos à liderança. Mais do que nomes, é importante falar-se ideias, de projectos e de visões sobre o distrito diferentes. Fala-se de vários nomes, mas uma certeza existe: Daqui a alguns meses, quando se discutir as eleições para a Comissão Politica Distrital, existirá um projecto de continuidade e outro de mudança. E as pessoas terão de escolher: A continuidade ou a mudança.

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Escrevi no Blogue do Caraças.

A convite do meu amigo Bruno Antunes, escrevi, há uns dias, no Blogue do Caraças, o texto que agora aqui reproduzo:

O meu colega e amigo Bruno Antunes desafiou-me a escrever um texto relacionado com uma intervenção que fiz numa aula de Direitos Fundamentais, onde sustentei a minha concordância com o Tribunal Constitucional, aquando da pronuncia do TC pela não inconstitucionalidade da norma do Código Penal que incrimina o lenocínio.

Para quem não sabe, o crime de lenocínio traduz-se basicamente no facto de alguém profissionalmente ou com intenção lucrativa fomentar, favorecer ou facilitar o exercício por outra pessoa da prática de prostituição.

O acórdão em causa, relacionava-se com um recurso interposto, em que a arguida sustentava, em traços gerais, que proibir o lenocínio violava a Constituição, nomeadamente porque era um factor impeditivo da livre escolha da profissão. Considerei eu, que este argumento é inadmissível, que não poderia ser considerado que a livre escolha da profissão tinha um âmbito que permitisse ainda considerar como licito escolher a profissão de ter ganhos económicos com a objectificação do corpo humano, indo esta prática contra toda a lógica Kantiana do Homem como fim em si mesmo e da não objectificação do ser Humano.

Uma colega advogou que talvez pudesse não ser assim, no sentido em que poderia esta ser uma esfera da autonomia pessoal, em que o Estado não deveria interferir. Eu considerei pelo contrário, que existem algumas situações, escassas é certo, em que a intervenção do estado é fundamental para a manutenção de certos valores e direitos fundamentais. Questionei a colega, e foi este o facto que despertou a atenção do meu amigo Bruno Antunes, fazendo com que este me solicitasse este texto, convite que aceito com gosto, que nesta perspectiva do Estado nunca intervir (Estado totalmente liberal) a ideia de salário mínimo também não faria qualquer sentido, já que o Estado não se teria que preocupar com o Direito fundamental de um mínimo de existência condigna, aliás, decorrente igualmente do principio da dignidade da pessoa humana.

Se o Estado fosse minimamente intervencionista, se tivéssemos um estado liberal puro e duro, existiam um conjunto de valores e direitos fundamentais que ficariam desprotegidos. O exemplo, claríssimo, dos Direitos Económicos, Sócias e Culturais, essencialmente direitos a prestações por parte do Estado, que subordinados à reserva do possível, se reconduzem ao Estado assegurar, por exemplo, um Direito à Saúde ou a um Direito à Educação.

Regressando, e terminando este pequeno texto, à problemática do salário mínimo, dizer que o estabelecimento de um salário mínimo, em termos de Economia, se reconduz à fixação de um preço máximo abaixo do preço de equilíbrio, factor que efectivamente poderá ter efeitos adversos, como seja, desde logo, a não contratação de pessoas que estariam dispostas a trabalhar por 300, mas que não podem ser contratadas por um valor abaixo de 500, por exemplo. Ainda assim, considero que em nome desse direito fundamental da dignidade da pessoa humana, com inúmeras decorrências na nossa Lei fundamental, deve ser assegurado um salário mínimo, por um imperativo de Justiça. Mas considero, que neste particular, poderia existir lugar à discussão. Já não, na criminalização do lenocínio, diferentemente, note-se, da questão da criminalização da prostituição, que em Portugal não sucede.

Agradeço ao Bruno a oportunidade.

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Para recordar.

>> quarta-feira, 4 de novembro de 2009

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Na opinião de Essi Silva

>> terça-feira, 3 de novembro de 2009

Eles falam, falam, falam…mas não fazem nada!

O conceito de cidadania sempre esteve fortemente relacionado com a noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direcção do Estado, através da participação de modo directo ou indirecto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar, seja ao concorrer a cargo público.
É frequente ouvir-se no café alguém a dizer que não vai votar porque os políticos são todos iguais e que nada vai mudar. Mas então nesse caso para que serve o direito ao voto?

Democracia? Onde?

Mulheres por todo o mundo lutaram pelo direito ao voto, pelo direito à participação cívica e política. Em Portugal, só há 35 anos é que se assiste ao verdadeiro sufrágio universal e democrático. Então porque é que no nosso país a taxa de abstenção é tão elevada?

Associada várias vezes à parca qualidade da nossa classe política, em 30 e tal anos, várias gerações de políticos têm dado às pessoas razões para estarem descontentes. O problema é que enquanto alguns fazem o esforço, que por várias vezes podem implicar problemas de saúde e afins (como foi o caso do meu avô nestas últimas eleições), para irem às urnas expressar o que julgam melhor para o seu país; outros limitam-se às sucessivas reclamações e contágio de pessimismo (sim, considero que o pessimismo é uma epidemia bastante grave no nosso país e que anda a ser curada não com Governos decentes mas com Prozac’s à base de créditos para se poder frequentar o Ensino Superior ou impostos sobre café e refrigerantes).

A democracia depende do demos, do povo. Como podemos nós exercer um poder democrático, reger a sociedade, se o povo, o demos não participa nessa gestão com o poder que lhe dão? Onde está a democracia sem povo, sem cidadão?

Praia ou votar? Estão 40º e umas ondas fantásticas, pensa bem!

Nalguns países, o Direito ao voto é acima de tudo uma obrigação. A prática do voto obrigatório remonta à Grécia Antiga, quando Sólon levou à aprovação uma lei de modo a forçar os cidadãos a escolher um dos partidos, caso não quisessem perder seus direitos de cidadãos.
No Brasil o voto é obrigatório para cidadãos entre os 18 e os 70 anos. Isso leva-me a questionar se um povo que lutou tanto pela democracia tem de ser obrigado a votar de modo a não acabarmos numa ditadura ou numa anarquia.
A meu ver o voto é acima de tudo um dever, um dever de cidadania. Mas antes de partirmos para medidas mais drásticas devemos apostar na educação cívica, que no nosso país é insuficiente e responsável por várias lacunas noutros campos importantes do funcionamento em sociedade.

Ver para crer

Enquanto não houver uma verdadeira identificação com quem nos representa não haverá lugar para a redução da abstenção. A classe política precisa de se renovar, de chegar à humildade e aproximar-se do eleitor e da sua situação. Não são as promessas que nos levam a lado nenhum, é o trabalho e o contacto com as situações reais.
É por isto que defendo os círculos uninominais. As vantagens são múltiplas: o eleitor ao escolher quem o representa, não só conhece o seu comportamento como sabe que representará os seus interesses. Isto evita que sejam os partidos a decidir quem são os amigos de A e B que vão ganhar o chamado “tacho” e a dar ao eleitor maior poder para decidir sobre o seu futuro.
São este tipo de medidas que poderão trazer mais transparência e fé a quem decide votar e depositar a sua vontade num representante.

Talvez a democracia comece verdadeiramente aqui, nas nossas casas, enquanto ensinamos aos nossos amigos, pais, avós, filhos e afins, a importância de pertencer à sociedade e da cidadania (que esta implica direitos e obrigações). Talvez acabe na Assembleia da República, com o nosso vizinho, aquele que fez algo pelos seus na Câmara Municipal, na Liga Portuguesa contra o Cancro ou simplesmente no exercício do seu direito de cidadania.

Nota do Autor do Blogue: Cumpre fazer um agradecimento muito especial à Essi, que assina aqui uma magnifico texto, na senda de grandes reflexões que tem desenvolvido noutros fóruns. É um dos quadros com maior futuro na JSD. Guardem bem este nome. Daqui a uns meses, não muitos, voltaremos a falar, e veremos onde estará a Essi. Esta capacidade de expressão e enorme lucidez na forma como aborda as várias temáticas são um excelente pronúncio de um futuro radioso.

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Melina, a minha favorita!

>> segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tenho o prazer de conhecer pessoalmente a Melina, que para além de uma óptima cantora tem uma enorme capacidade em vários dominios. Interessada e preocupada com o que a rodeia. Um verdadeiro talento, um verdadeiro ídolo. Conta com o apoio do Laranja Choque até...à vitória!


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POST 6 - Moscavide, Sacavém e Bobadela.

Em Moscavide o PSD, verdadeiramente, ousou refrescar. O candidato à Junta de Freguesia foi o Sérgio Perfeito, vice-presidente da mesa do plenário da JSD/Moscavide, em segundo lugar ia o Luís Lucas Lopes, militante muitíssimo conhecido na vila de Moscavide, e em terceiro lugar, a Mariana Manarte, secretária-geral da JSD/Moscavide. A Jota tinha, portanto, o primeiro e o terceiro elemento da Lista. Ao longo da campanha, e antes da mesma, disse aos responsáveis do PSD, que iríamos reconquistar o terceiro elemento na Assembleia de Freguesia e iríamos subir muito a votação. Assim aconteceu. O PSD subiu cerca de 200 votos, vários pontos percentuais, e recuperou o seu terceiro elemento, perdido nas eleições transactas. Provou-se que apostar nos jovens é o caminho correcto. Provou-se também que o BE não tem o monopólio da juventude, realidade evidenciada com a perca do seu único elemento na Assembleia de Freguesia.

Em Sacavém, um aplauso para a forma extraordinária como a Daniela Matos conduziu a campanha. Dinâmica, próxima, emotiva. Diferente, do que tinha sido a campanha anterior. Também aqui, a aposta para número dois da lista, foi num elemento da JSD/Moscavide, pertencente à Mesa da Assembleia da JSD/Moscavide, o Gonçalo Almeida Garrett, que fez uma campanha extraordinária. Subiu-se muito em votação, e ficou-se a escassas dezenas de votos de subir a representação na Assembleia de Freguesia.

Na Bobadela, freguesia onde o PSD tinha apenas um elemento na Assembleia de Freguesia, foi feita mais uma grande aposta na juventude, ao se atribuir ao Tiago Duarte a segunda posição na Lista. O Presidente da Mesa da JSD/Moscavide, tinha como grande responsabilidade, o feito que muitos julgavam impossível, de conquistar o segundo elemento para o PSD. Foi conseguido. O voto jovem permitiu este bom resultado na Bobadela.

Três casos onde as coisas funcionaram bem. Em Moscavide, subida fantástica, “roubou-se” representação ao BE, mais votos, mais representação. Mais juventude, claro está. Em Sacavém, tiro o chapéu à Comissão Politica do PSD/Moscavide pela escolha acertadíssima que fez, ao optar pela Daniela Matos para a liderança da lista à Assembleia de Freguesia. Grande trabalho do Gonçalo, que materializou a força da JSD na freguesia. Na Bobadela, entregar o segundo lugar a um elemento da JSD, significou aumentar-se a representatividade.

Aqui está a solução. Quantos mais anos vamos esperar, para a aplicar-mos, generalizadamente, em todo o Concelho?

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Secção B - Um dos grandes exemplos.

>> domingo, 1 de novembro de 2009

A secção B de Lisboa, é sem dúvida uma das grandes secções do Distrito de Lisboa. Cumpre realçar esse seu trabalho político.

Fiz aqui há alguns dias, o balanço dos resultados da JSD/Moscavide no Concelho de Loures. Mas deixem-me ressalvar que a JSD/Secção B, conseguiu fazer o pleno, e ganhou as suas 6 freguesias. Alto do Pina, Alvalade, Campo Grande, Nossa Senhora de Fátima, São João de Brito e São João de Deus. Este tipo de situação não acontece por acaso.

Esta secção tem muitos elementos com imensas provas dadas. É uma verdadeira escola de valores no Distrito de Lisboa.

Os seus últimos três presidentes foram todos reconhecidos no Distrito, como grandes promessas da JSD. O Luís Nazareth, o Nélson Faria e o João Gomes da Silva fazem parte de um elenco de militantes, do melhor que a Jota tem. E existe um denominador comum: Todos conseguem reunir um grupo de pessoas de fantástica qualidade. Sem menosprezar ninguém, cumpre salientar alguns deles, que por uma razão ou outra merecem o meu destaque.

O José Pedro Salgado, actual presidente da mesa, grande valor da secção B, conhecedor de alguns dossiers importantes, possuidor de uma oratória fantástica.

Depois, três vice-presidentes, muito, muito bons. A Inês Palma Ramalho, corporiza aquilo que defendo na JSD. Adquirir-se grande qualificação, ser-se muito bom na vida académica/profissional e tentar com isso qualificar a JSD. O Guilherme Diaz-Bérrio é no campo da Economia, um autêntico “génio”. Enorme conhecimento, muitíssimo importante em qualquer equipa. E o meu amigo Diogo Agostinho, uma promessa da JSD, junta uma grande oratória a uma intuição fantástica. É agora o AB do PSICOLARANJA, que mais do que um blogue é um centro de realização de actividade política impar no País.

Já me estou a estender, mas queria focar ainda mais três pessoas. O Diogo Santos, Secretário-Geral, que mantêm a excelente tradição da B, em ter grandes secretários-gerais. A Essi Silva, que não conheço pessoalmente, mas que é co-autora no PSICO, e escreve dos melhores textos que já vi. Esclarecedores, cativantes. E o Ivan Duarte, um dos mais qualificados em matérias de associativismo, um quadro fundamental para o regresso da JSD, em força, ao Associativismo Académico.

E muitos mais exemplos existiriam. É sem dúvida uma escola de talentos esta secção. E como o texto é mesmo apenas um reconhecimento a esta secção, com quem porventura no passado não fui inteiramente justo, ou pelo menos não salientei devidamente os imensos aspectos positivos, não me vou alongar mais, e direi apenas, que na política, como na vida, existem atitudes e tomadas de posição que guardarei, pelo que, considero que a B, para além de uma secção “de valor” é uma secção com valores.

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Aniversários

Ontem a minha Tia Carla.

Hoje o meu Avô Joaquim.

Obrigado a Deus por conservar estas duas pessoas junto de mim. E obrigado a elas por eu fazer parte das suas vidas.

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Novidades no Laranja Choque

No Futebol, a claque tem como principal função puxar pela equipa, mas se a equipa não jogar um futebol bonito, vistoso e eficiente, a claque desmotiva-se gerando-se um efeito sistémico adverso, em que ninguém “puxa” por ninguém.

Na Blogosfera, todos os autores de blogues, sabem que o esquema é idêntico. Se não actualizarmos os nossos blogues, não procurarmos constantemente oferecer novos conteúdos e melhorar a sua qualidade, se não dermos novidades de forma constante e não soubermos explorar o target do blogue, as visitas começam a cair, os comentários a desaparecer. Da mesma forma, que se os comentários não aparecerem e as visitas diminuírem a motivação do autor é completamente diferente.

Este mês foram batidos todos os recordes de visitas no Laranja Choque, com 1.728 pessoas a visitarem o Blogue, contra as 1.441 que tinham visitado no mês até aqui com maior afluência, o mês de Julho. Nas page views, ficou-se um pouco atrás desse mês, não obstante as 3.228 páginas vistas durante o mês de Outubro. O dia com mais visitantes de sempre, foi o dia 12 de Outubro, com 143 visitantes. A média de visitantes, durante este mês foi de 56 pessoas, ultrapassando-se a barreira da média de 50 pessoas por dia.Assim a motivação é a maior. O próximo desafio é a dinamizar as caixas de comentários e procurar que o debate de ideias seja maior. Ainda assim, reconheço que muitos dos textos que aqui coloco não são propícios a esse debate, pois alguns se remetem para informações ou pequenas curiosidades, lembrando-me, no entanto, de alguns grandes debates que já aqui foram travados.

Neste contexto, lancei os dois dossiers que podem analisar na Barra Lateral. Dois separadores que serão desenvolvidos com calma. Um, que faz uma análise estruturante ao futebol português, o outro, uma breve leitura dos resultados eleitorais no Concelho de Loures.

Por outro lado, a grande aposta do Laranja Choque nos próximos tempos, passa pela abertura a novos públicos, temas diversificados, debates diferentes. Para isso um novo espaço, que será um separador com mini-entrevistas. Escolherei, algumas personalidades para de quando em vez lhes lançar meia dúzia de perguntas. Figuras importantes, desde autarcas no Concelho de Loures, militantes destacados na JSD, pessoas conhecidas do público em geral e figuras que por um motivo ou outro faça sentido fazer essas pequenas entrevistas. Não será algo com uma grande periodicidade, por questões temporais. Mas é um grande objectivo que tenho. Por outro lado, voltarei a apostar, com grande incidência, na matéria dos convidados. Alargarei, e neste particular, já enderecei vários convites, o comentário que aqui se faz a outras pessoas. Novas perspectivas, maneiras de analisar e expor a opinião.

Por último, será lançado na barra lateral, um espaço semanal, que começa hoje, com o Blogue da Semana – e breve descrição das razões que levaram à escolha, Personalidade da Semana e Facto da Semana.

Obrigado pela visita assídua.

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