Lisboa com Sentido - Mais uma obra que faz falta!

>> sexta-feira, 2 de outubro de 2009

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O apoio do Diogo Agostinho

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Pedro Santana Lopes - Lisboa precisa de quem faça!

>> quinta-feira, 1 de outubro de 2009



P.S(D) - Gosto especialmente da música escolhida :)

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Uma prenda para António Costa.



Um cão. Não é o que se dá a quem tem medo?

É que António Costa desmarcou o debate com Santana Lopes, a ter lugar na TVI. Vergonha.

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Dia 11, Aposta na Juventude!

Há uns dias falei-vos da minha candidatura a deputado municipal. Mas quero-vos hoje dizer que não é uma candidatura isolada, desconexa. Pelo contrário, reflecte a aposta do PSD no rejuvenescimento das suas listas e nos novos quadros do partido, que cada vez mais apresentam uma qualificação de excelência colocada ao serviço das populações. Queria hoje dar-vos algumas das pessoas que se candidatam a Assembleias de Freguesia e que dão garantias que votar no PSD é aumentar a representatividade dos jovens, não só na Assembleia Municipal de Loures, mas também nas várias freguesias.

Assim, na Portela:

Jorge Veiga Testos – nº2
Jorge Batista – nº9
Mariana Seixas – nº10
Ana Batista – nº13
Pedro Correia – nº15

Em 15 elementos, 5 são JSD. 4 deles em lugar claramente elegível, e o Pedro com todas as possibilidades de estar presente em várias assembleias de freguesia. O Jorge Veiga Testos e a Ana Batista já concluíram a sua licenciatura em Direito, a Mariana Seixas estuda Gestão de Empresas, curso já concluído pelo Jorge Batista. O Pedro Correia é licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. O Pedro e o Jorge Batista são vice-presidentes da comissão politica da JSD/Moscavide, e a Mariana Seixas a vogal para o Ensino Superior. Os dois primeiros foram membros importantes no sucesso da associação de estudantes da Escola Secundária da Portela, no ano lectivo 2003/2004.

Na Bobadela:

Nº2 – Tiago Duarte
Nº8 – Gil Monteiro
Nº9 – Patrícia Duarte

Na Portela um terço dos elementos nos 15 primeiros lugares são da JSD. Na Bobadela um terço dos nove primeiros lugares são JSD. Nas duas, temos duas pessoas em segundo lugar, com hipóteses de entrar no executivo, no caso de vitória nas Juntas em causa. Em Duas freguesias, a JSD tem 5 elementos eleitos de “caras”.

Aposta forte na juventude por parte do PSD!

E o que dizer de Moscavide?

Nesta freguesia, o candidato é o vice-presidente de mesa da JSD/Moscavide. O Sérgio Perfeito encabeça uma lista de mudança, porque é preciso sentir Moscavide. Por outro lado, a Mariana Manarte, secretária-geral da JSD/Moscavide é candidata em terceiro lugar, claramente com hipóteses de ser eleita. Em Moscavide, olhando para os três primeiros elementos, dois terços são da JSD. Era difícil, aposta maior!

E podia dar-vos muitos outros exemplos. Em Sacavém e São João da Talha, o segundo lugar, no Prior Velho, o quinto lugar da Mafalda Branco e em Camarate o quarto lugar do Tiago Fonseca.

A JSD/Moscavide, num Concelho complicadíssimo, onde a implementação (ao nível da militância e dos resultados anteriormente obtidos em eleições) do PSD é fraca, arrisca-se a ser a Jota do Distrito de Lisboa com mais representantes em Assembleias de Freguesia e Assembleias Municipais. E acreditem: Não fiz uma exigência, uma negociação.

Tudo isto implica uma aposta conjunta. Votar no PPD/PSD no próximo dia 11 de Outubro, é apostar nos jovens, apostar na mudança e apostar no único partido que teve a capacidade de apresentar novos elementos, novas ideias, novos projectos, diferentes perspectivas sobre a politica Local.

Com todos estes elementos e com a eleição do sétimo deputado municipal do PSD, a juventude será, seguramente, bem representada.

Dia 11, Conto Contigo!

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Dia B, por Bruno Antunes

>> quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Neste dia 27 de Setembro realizaram-se as eleições legislativas, por ventura aquelas consideradas como as mais importantes na medida que é através delas que os portugueses se vêm representados na Assembleia da República e que posteriormente se formará um Governo. Isto é, é a partir destas eleições que se conhecem os actores do poder legislativo e executivo.
Estas eleições tiveram os seguintes resultados (sem os votos dos emigrantes): PS (36, 56%) 96 deputados, PSD (29, 09%) 78 dep., CDS (10, 46%) 21 dep., BE (9, 85%) 16 dep., CDU (7, 88%) 15 dep.
Desde logo importa afirmar que a análise a estes resultados não deverá ser feita através de uma comparação entre as eleições de 2005 e as de 2009. Temos que ter em conta tudo o que aconteceu entretanto. Contestação, escândalos, sondagens, tudo…

Posto isto, passemos à análise partido a partido.

PS: Vence estas eleições com clara vantagem sobre o PSD (apesar de ter perdido deputados para todos os outros partidos) depois da onda de contestação gerada durante o mandato conferido em 2005, depois dos resultados das eleições europeias e depois de algumas sondagens terem previsto um empate técnico entre os dois partidos. Este facto sucede acima de tudo pela excelente campanha dos socialistas e a prestação convincente de José Sócrates nos debates. A prestação menos boa do PSD e da sua líder foram também preponderantes. No entanto, estas eleições trazem algum “amargo de boca” ao PS. Por um lado o PSD e o CDS juntos têm mais deputados que o PS. A pergunta que se coloca é se correrá o PR o risco de convidar a governar os dois partidos de direita. Creio ser difícil tal cenário pois debilitaria a imagem do PR e contaria com uma oposição dilacerante da esquerda em maioria no Parlamento. Por outro lado, o PS (afastado que está o cenário do Centrão) só consegue ter maioria absoluta com o CDS, algo que também parece muito complicado pois este partido parece não estar disposto para tal. O PS parece estar numa situação em que governará sozinho tendo de contar necessariamente com outros partidos para viabilizar diplomas importantes como o Orçamento de Estado. Não esquecer a possibilidade de uma moção de censura, se bem que importa não esquecer 1987 em que “saiu o tiro pela culatra” ao PRD.

PSD: Estrondosamente derrotado (apesar de ter ganho 3 deputados) pois não soube capitalizar para si a onda de contestação em torno de Sócrates e do seu Governo. Essa contestação traduziu-se sobretudo em votos nos outros 3 partidos. O PSD não fez uma boa campanha e prestação de Manuela Ferreira Leite nos debates não foi a melhor conforme já escrevera aqui no blogue. Mesmo com o resultado do CDS dificilmente formará Governo até porque não surgiram afirmações que sequer pudessem pôr sobre a mesa esse cenário. Está neste momento em causa a permanência da líder do PSD enquanto tal. Provavelmente dever-se-á manter até às eleições autárquicas, mas será dificílimo continuar a liderar, isto apesar de o PSD provavelmente ganhar as eleições (que é um dado recorrente e que não decorre normalmente da performance do líder).

CDS: Bons resultados para este partido que nas sondagens se encontrava bastante atrás. Bons debates e campanha de Paulo Portas que conseguiu chegar a mais de 10%. Será um elemento fundamental neste novo Parlamento. A ver vamos em que moldes.

BE: Apesar dos 16 deputados eleitos e de ter duplicado o número relativamente a 2005, este resultado deverá desiludir os bloquistas, apesar de alguns manifestarem agrado perante tal cenário. É que em todas as sondagens o BE aparecia destacado em 3º lugar e mesmo nas sondagens à boca das urnas parecia que poderiam eleger 20 deputados. O papel fundamental que poderiam ter na AR fugiu para…o CDS.

CDU: Ganhou um deputado mas mantém o papel que obteve em 2005. O eleitorado comunista é pouco móvel e por isso não surpreende este resultado.

Convém ainda fazer dois apontamentos.

Em primeiro lugar importa lembrar os números da abstenção. 39, 4% dos cidadãos eleitores não votaram, o que é muito. São números que deverão suscitar reflexão aos eleitores e aos eleitos.

Em segundo lugar é necessário fazer uma referência às sondagens que têm falhado demais, mesmo à boca das urnas, algo que me parecia pouco provável.

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A tua voz na Assembleia Municipal.

>> terça-feira, 29 de setembro de 2009

Agora que entrámos, oficialmente, na campanha autárquica, chegou o momento de comunicar aos que ainda não sabiam, a minha candidatura a deputado municipal no Concelho de Loures.

Sou a primeira indicação da JSD no Concelho de Loures, mas por várias razões, uma das quais a lei da paridade, o lugar que ocupo nas listas do PSD não é elegível “de caras”. Pelo contrário, será preciso uma forte mobilização por parte de todos os jovens e daqueles que acreditam que é possível fazer melhor no Concelho de Loures, para que a juventude possa ter voz na assembleia municipal do Concelho de Loures.

A responsabilidade que me foi confiada pelo partido a que pertenço é muito grande, mas procurarei corresponder às expectativas. Julgo que é muito importante para os jovens do Concelho de Loures, terem alguém que os represente na Assembleia Municipal e, por outro lado, alguém que possa fazer a ponte entre os objectivos e anseios dos jovens que estudam, trabalham ou vivem no Concelho de Loures e as pessoas que governam o município.

No caso de ser eleito, procurarei ouvir com grande periodicidade os jovens do Concelho de Loures, através de visitas às escolas básicas e secundárias, reuniões com as associações de estudantes, mas também com visitas periódicas aos pontos de reunião dos jovens no Concelho. Serei apenas a voz dos jovens Lourenses, e apresentarei uma, duas, três, quatro moções, as que forem necessárias, para que todas as ideias que os jovens do município defendem sejam colocadas em prática.

Por outro lado, tentarei optimizar o que as novas tecnologias hoje possibilitam, criando ferramentas que permitam ouvir com grande periodicidade o que jovens do município tem para dizer, tentando fazer tudo por tudo, por lançar as “jornadas parlamentares” na Blogosfera. Criarei um e-mail à disposição de todos os jovens para ouvir as criticas, sugestões e ideias que tenham para as propostas a apresentar.

As moções a serem apresentadas, na medida do possível, devem ser colocadas em discussão pública, para que todos possam ter oportunidade de intervir e de colaborar na sua elaboração.

Evidentemente, que esta candidatura é integrada num projecto de grande qualidade que o PSD apresenta ao município. Um projecto de mudança, de ruptura com a má gestão que os socialistas têm levado a cabo. Contudo, quero afirmar que a minha principal preocupação é defender os interesses dos jovens do município de Loures, todos os jovens. Nessa medida, o meu apelo é para que esta seja uma candidatura de todos os jovens uma verdadeira candidatura da juventude, daqueles que habitualmente votam no PSD e a quem apelo que mantenham a confiança neste partido, mas também de todos aqueles que habitualmente votam noutros partidos, da esquerda à direita e quem apelo que pela primeira vez votem no PPD/PSD na Assembleia Municipal, para que possamos reivindicar uma verdadeira politica de juventude no Concelho de Loures, independentemente de quem seja o executivo que venha a governar Loures, nos próximos quatro anos.

Terminando, deixo-vos apenas cinco ideias que considero que deveriam ser implementadas no Concelho de Loures:

• A criação de um grande espaço de estudo, aberto 24horas por dia, para que todos os jovens do Concelho de Loures, em especial aqueles que menos têm e mais precisam, tenham condições para incrementar as hipóteses de sucesso no seu percurso académico.

• A aposta forte na Cultura, nomeadamente na organização de festivais de teatro, cinema e música no nosso Concelho.

• A melhoria da qualidade dos transportes públicos dentro do Concelho de Loures e entre o Concelho de Loures e os Concelhos fronteiriços, melhorando a mobilidade e, dessa forma, melhorando um pouco a vida dos jovens e da população em geral.

• A criação de um sistema de empréstimo de manuais escolares, no Ensino Básico e Secundário, tentando desta forma aliviar as famílias mais desfavorecidas e dar melhores condições de estudo para os jovens mais carenciados.

• Conceder incentivos fiscais melhorados, para os jovens empresários que estabeleçam as suas empresas no Concelho de Loures e para todos aqueles que com menos de 30 anos, comprem casa no Concelho.

São apenas algumas das muitas ideias que tentarei ver aprovadas em Assembleia Municipal se merecer a vossa confiança.

Dia 11, faz-te ouvir na Assembleia Municipal do Concelho de Loures!

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Lisboa merece mais!

>> segunda-feira, 28 de setembro de 2009

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Em Bom Português

Ontem fui ao Prior Velho Movimento, porque como não fique muito bem disposto com os resultados, queria rir um bocadinho. Aproveitei para ver os gráficos que lá estavam. Mas em vez de perspectivar os resultados do Concelho de Loures, observei os resultados do Conselho de Loures.

Ora, quando se trata de uma Circunscrição, falamos de Concelho. Concelho de Loures, Concelho de Lisboa.

Quando se trata de Conselho, no sentido de aconselhamento, por exemplo, “dar um conselho” ou até “Conselho de Estado” utiliza-se o s e não o c.

Assim se escreve em bom Português.

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Análise aos Resultados Eleitorais

A disposição permite-me fazer este comentário, embora evidentemente não tenha gostado dos resultados do PSD. Contudo, existiram coisas positivas, para não dizer, extraordinárias, nesta noite eleitoral.

Procurarei fazer uma análise partido a partido, na tentativa de conseguir ser o mais objectivo possível.

CDU – Cresce em número de votos (Mais cerca de 15.000 eleitores) e aumenta a sua bancada parlamentar em um deputado. Contudo, acaba por passar de terceira força politica, para quinto partido com assento parlamentar, tal como tinha previsto na antevisão que aqui lancei há uns dias atrás. O PCP docinho na campanha e menos retórico ao longo dos últimos meses, permitiu que muitos votos da extrema-esquerda fugissem para o Bloco de Esquerda. A CDU, não é a grande vencedora da noite, como diria Carvalhas, mas não é a grande perdedora.

MRPP – Cresce 5.000 votos, afirma-se como sexta força politica. E ganhou 5.000 votos sexta-feira. Garcia Pereira deve agradecer aos Gatos que pela primeira vez deram exposição mediática ao MRPP. Solidificou como sexta força politica, mas tal como também eu tinha previsto, ao contrário do que muitos diziam, nenhum pequeno partido consegue eleger um deputado. MEP, fraquíssimo.

PSD – Melhor que 2005 em deputados, relativamente igual em percentagem de votos e em número de votos. Perde as eleições, porque não tem mais um voto que o Partido Socialista. Perde, porque em quatro anos e meio de oposição não conseguiu subir a sua votação mais do que 5.000 votos. Perde porque não conseguiu suster o crescimento do CDS à direita. Perde porque depois das Europeias tinha as eleições ganhas e por via de erros de casting, acaba por perde-las. De todo o modo, existem agora as eleições autárquicas, onde o PSD parte na pole position. Se em três actos eleitorais, ganhar 2, não se pode dizer que tenha sido um mau calendário eleitoral. Veremos.

CDS-PP – Fantástico. É um partido a quem reconheço coerência, imenso trabalho na Assembleia da República, quadros de excelência, um líder fantástico e ideias concretas e claras para o país. O esforço e o mérito são recompensados. O CDS é a terceira força politica, sobe de 12 para 21 deputados, cresce 3%, e aumenta quase 180.000 votos. Notável. E atenção: É o único partido que pode viabilizar o que quer que seja ao PS, se excluirmos, evidentemente, o PSD.

BE – Sondagens que falavam em 16%. Projecções à boca das urnas a referir 21 deputados. Terceira força politica era indiscutível. Louçã estava pronto para ir ocupar um qualquer gabinete, num qualquer ministério. Sozinho, não consegue viabilizar nada. O BE, não serve para absolutamente nada, e quem tirou a maioria absoluta ao PS, foi o CDS-PP. Louçã é o grande derrotado da noite eleitoral, embora tenha subido em número de deputados. Expectativas goradas, extrema esquerda a situar-se nos 17%, bem longe dos 25% que em tempos foram assegurados.

PS – Teve mais votos que o PSD, ficou em primeiro, ganhou as eleições. Mas este resultado só não vê quem quer. O único partiu que perdeu deputados, foi o PS. Perdeu também quase 10% em termos percentuais. E pior, teve menos 500.000 portugueses a votarem no seu programa. Meio milhão de Portugueses, deixaram de confiar o PS, que agora terá pouca margem de manobra. Ou tenta uma viabilização com o CDS, que tem a faca e o queijo (limiano?) na mão, ou tem que se coligar a toda a esquerda, à boa maneira de António Costa. PCP e BE no governo?

Dito isto, julgo que a esquerda radical é a grande derrotada da noite, em especial o Bloco de Esquerda. O CDS é o grande vencedor. Entre PS e PSD, PS vence, porque evidentemente teve mais votos.

Quanto às autárquicas, fica a nota dos bons indicadores em Loures, onde o PS, ultrapassa o PCP e consegue resultados interessantes em algumas freguesias. Em Lisboa, PSD e CDS juntos conseguem 40% contra 34% do PS.

Uma palavra de força e de coragem para os militantes do PSD, para a luta autárquica que se avizinha.

Depois de dia 11, todos faremos as nossas reflexões. E serão assacadas as responsabilidades e dada a parabenização a quem de direito.

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