Saber Perdoar

>> terça-feira, 14 de abril de 2009

Ter a capacidade de perdoar, é das coisas mais fascinantes da espécie humana. Só com uma grande capacidade de perdoar os outros, podemos atingir a felicidade.

Nós, comuns mortais, não devemos proceder a julgamentos na praça pública, a ostracizações, mesmo quando exista razão para tal. Não devemos segregar alguém, apenas porque errou. Por muito grave que tenha sido esse erro.

Se o insulto é a arma dos fracos, o perdão é a arma dos fortes. Não estamos acima de ninguém e não estamos livres de errar. Com tanta ou mais gravidade. As pessoas, porque são pessoas erram. A liberdade humana tem, por inerência, a faculdade e a susceptibilidade de errar. E apenas errando se aprende.

Esquecer é muito difícil. Perceber, muitas vezes, também é muito difícil. Justificar é complicado. Mas perdoar tem que ser fácil. Só nos magoa, a sério, quem amamos. E se amamos, torna-se fácil perdoar. E dar sucessivas novas oportunidades.

É assim que entendo a vida. Não gosto do papel de justiceiro que condeno às pessoas à pena capital por terem cometido um erro, ainda que esse erro seja de uma dimensão enorme. O próprio erro cometido é a pena para essa pessoa.

Há uns post’s atrás aconselhei: Errem muito. Isso faz parte do processo de aprendizagem. Hoje digo-vos: Perdoem sempre. Isso faz parte da vida.

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Passatempo - Descubra as diferenças



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Uma prenda para os sportinguistas.

>> segunda-feira, 13 de abril de 2009

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Outros Blogues VI

Hoje deixo-vos aqui um blogue pessoal, do Nélson Faria, o autor do "A escaldar".

Muito Interessantes os seus textos e os seus vídeos. Num registo pessoal, próximo do leitor. Como deve ser.

www.nelsonfaria.blogs.sapo.pt - É este o endereço do seu blogue pessoal.

Antes deste, o Nélson tinha o Veto Político, a que já fiz menção, há uns meses, aqui no blogue. Passem por lá e apreciem os textos.

Em nota FDLIANA: 15 valores.

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20h50. Termina a Saga. E juro, fico mesmo por aqui.

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20h45. Afinal também existiu soninho.

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20h30. Hora do Banhinho. Fica a música.

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A Escaldar, por Nélson Faria

3ºTema - Eutanásia



A experiência pavorosa da morte torna-se ainda mais aterradora quando acompanhada de sofrimento e dor, quando estes assumem proporções tais que só pensamos em eliminá-los custe o que custar. Quando pensamos em eutanásia vem-nos à mente casos em que nos confrontamos com a impotência de nada poder fazer, em que a medicina deixa de responder à vida e apenas prolonga o “morrer”.

Estamos numa fronteira em que é ténue a linha que diferencia um acto de compaixão de um acto desumano. Os avanços da medicina levantam problemas novos: hoje temos a capacidade de prolongar para lá das capacidades de ontem a vida de uma pessoa. Mas quando este prolongamento não tem qualquer reciprocidade com a capacidade do próprio corpo em viver, é indiscutível que não vale a pena continuar o tratamento. Entrando numa situação de distanásia, é somente humano terminar com o auxílio médico: estamos num beco cuja única saída é a morte.



É isto a eutanásia? Não. Na eutanásia vemos o fim da vida por vontade do próprio ou dos seus familiares por entenderem que a dor é demasiado grande, sentindo como sua a obrigação de abreviar o sofrimento. Será a eutanásia a antecipação do fim da tormenta de um moribundo ou a provocação da morte mascarada de compaixão? Quando recusamos auxílio com o fim de eliminar a dor, não antecipamos o inevitável, provocamos a morte.

Aparentemente é um acto de caridade. Olhemos bem para a natureza desta decisão… decide-se terminar com uma vida porque “mais vale isso que continuar a sofrer”, sendo que o corpo continua a lutar pela sobrevivência. Não falamos da situação em que só as “máquinas” ou artifícios medicinais permitem o capaz funcionamento de um corpo, aí entramos numa situação de distanásia e é expectável a suspensão do tratamento; falamos de casos em que julgamos que a dor é demasiado grande para que valha a pena continuar a viver.



A incapacidade de suportar a dor conduz muitos, pela própria voz ou de quem é seu próximo, a pedir a morte. Acredito que, motivados pela “dor sem sentido”, cometemos um erro de discernimento: não há um direito à morte, há o dever de deixar partir quem já não podemos ajudar. Se podemos suavizar o sofrimento do doente com cuidados médicos, com atenção e auxílio, com afecto, a eutanásia não é um acto de compaixão mas sim um acto que não está conforme com a dignidade e protecção da vida humana. Provocar a morte para evitar o sofrimento retira a humanidade, a misericórdia e a compaixão do acto. Não é humano.

O homem não vale pela sua eficiência, pelo seu aspecto, mas por si próprio
Bento XVI

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Playboy

Já li e gostei.

Mas julgo que é indicada já para uma faixa etária superior à faixa a que a FHM e a própria Maxmen tentam chegar.

Mais adulta, mais para adultos. Excelentes reportagens, uma sobre a crise, outra sobre África. A entrevista ao Pacman está razoável e a do Costinha está muito boa.

Mónica, fantástica.
Playmate, muitissimo bem também.

Passarei a adquirir :)

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Macroeconomia

Segundo dados do INE, a inflação homóloga foi negativa, algo que não se verificava nos últimos 40 anos, em Portugal. Isto é, os preços dos produtos ao invés de aumentarem, diminuíram.

Uma raciocínio básico que se aprende em Macroeconomia é que é impossível ter taxas de desemprego baixas e taxas de inflação baixas, ou seja, ainda que não sejam representadas por um gráfico sinalagmático, isto é, à medida que à taxa de inflação sobe a taxa de desemprego desce, as duas taxas relacionam-se e, em principio, encontram-se em contra ciclo.

Isto acontece porque existindo muito desemprego, as pessoas aceitam, mais facilmente, qualquer trabalho, isto é, aceitam receber menos pelo trabalho prestado, o que faz com que, as empresas tenham menos custos de produção e isso reflecte-se nos preços travando a inflação.

Já no caso de existir pouco desemprego, as pessoas fazem mais exigências, pedem mais dinheiro para pagar o serviço prestado, o que faz aumentar os custos e paralelamente os preços finais, conduzindo ao aumento generalizados dos preços, portanto, a uma situação e inflação.

Temos uma deflação. E muito desemprego. Tudo normal portanto.

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