Novidades

>> sexta-feira, 10 de abril de 2009

Em primeiro lugar quero desejar aos leitores do Laranja Choque, e suas famílias, uma santa Páscoa. A propósito desta época Pascal, dois textos, do Nélson Faria. O primeiro saíu hoje às 15horas. O segundo irá sair Domingo.

Por outro lado, agradecer também a todos os leitores e colaboradores deste blogue, que com a visita e participação, possibilitaram o aumento do número médio de visitas e de comentários por post. O Laranja Choque é hoje um espaço mais participado e que chega a mais pessoas, não perdendo, no entanto, a sua conotação intimista e pessoal, que aproxima o autor dos visitantes.

Neste contexto, uma pequena alteração, que podem perspectivar, olhando para a barra superior. Em vez de avançar com o Na Minha Terra, vou abrir a participação do DossierLoures 2009 a novos convidados. Nos próximos dias, irei contactar vários militantes do PSD/Moscavide para elaborarem um texto que verse sobre as eleições autárquicas em Loures. Sobre as eleições em si, sobre as expectativas para o acto eleitoral ou, fazendo uma análise do trabalho realizado pelos órgãos locais na preparação dessas eleições. Julgo que convidar uma pessoa para fazer 8 ou 9 post sobre o mesmo, seria excessivo (embora exista muito a dizer). Talvez seja mais útil, menos cansativo para o colaborador e para os leitores, 8 ou 9 post's de 8 ou 9 militantes diferenciados.

A seu tempo, aquando da definição das listas às Eleições Autárquicas, outras reformulações terão que ser feitas. Provavelmente, a criação de um outro espaço, temporalmente delimitado, onde fique vincada a separação entre o Tiago militante e o Tiago não militante. Por razões que depois compreenderão, mas que vêm no seguimento do que tenho por aqui escrito. Enfim, até pode acontecer que nada se verifique. A loucura dá para tudo...

Por ultimo a abertura de um novo espaço, da minha autoria, que sairá às sextas (não sei se todas as sextas) denominado Portugal. Vejam o programa do lado esquerdo do ecrã.

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Sexta-Feira Santa, por Nélson Faria

A Sexta-Feira Santa é um desafio: que mensagem se pode encontrar na dor e no sofrimento? A ideia de que o cristianismo é triste, lúgubre e sem alegria tem nesta celebração a sua fonte, num equívoco que abrange cristãos e não-cristãos. Qual é a mensagem da Paixão?

A Paixão não é um número de magia ou o acto de um Deus sádico e vingativo que troca o sofrimento de um homem pelo cadastro limpo da Humanidade. Nada disso. A Paixão é exemplo de vida: Jesus Cristo acredita de forma tão radical na verdade da sua mensagem e na bondade dos seus actos, que sofre as maiores atrocidades e é alvo das maiores ignomínias, para que nós O compreendamos plenamente.

Sem vacilar, sem sacrificar amigos à sua comodidade, sem pequenas concessões que aligeirassem o fardo, sem sacrificar a verdade à realidade. Dando a Sua vida diz-nos: sejam fiéis ao que acreditam, mesmo que esse seja o caminho da dificuldade e do sofrimento. São João de Brito, missionário português que morreu pela fé na Índia, exemplifica-o quando numa carta escrita do cárcere afirma: “quando a culpa é virtude, o padecer é glória”.

Quando recordamos a Paixão de Cristo não glorificamos a Dor e o Sofrimento; glorificamos a dor e o sofrimento pela Verdade, por Amor, a fim de salvar os homens deles próprios e dos seus egoísmos. Esta é a mensagem da Sexta-Feira Santa: não tenhamos medo do sacrifício radical em prol da Verdade e do Bem, entreguemo-nos total e completamente. Já nos mostraram a caminho, resta-nos segui-Lo.

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Perante isto, o meu inglês é perfeito.

>> quinta-feira, 9 de abril de 2009

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São servidos?

Já aqui fiz menção ao Deus criou a Mulher. Está absolutamente divinal. É link de conceituados blogues. Pela razão que tenho afirmado: Consegue retirar o lado mais positivo do erotismo, sem cair, na pornografia barata. Louve-se o exemplo. Sublime.

Retirado desse blogue, este video.

E deixo a pergunta: Vai uma trinca no...Burger?


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O embaixador do Desporto Português


Uma justa homenagem àquele que é neste momento, em minha opinião, o mais expressivo representante do desporto luso. Tem estado fantástico. E poucos têm prestado o devido reconhecimento.

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Contadores de Histórias, por João Canelo*

Todos nós contamos histórias, sejam acontecimentos do nosso dia-a-dia ou aquelas fábulas infantis passadas de geração em geração. É impossível para nós, seres humanos, passarmos uma vida inteira sem contarmos uma história, sem nunca fascinarmos um grupo de amigos ou levar connosco um grupo de pessoas através da nossa imaginação. Tendo isso em conta, o mundo das histórias evoluiu de um simples "recontar de acontecimentos" para métodos mais específicos e quase clínicos relacionados com a sua construção. Uma história tem de ser construída, usar bases sólidas e ser composta pelos materiais correctos para que possa resistir tanto ao teste tempo como à própria qualidade.
No entanto, todos contam histórias. Podem muito bem chegar ao pé de um dos vossos familiares e pedir-lhe para contar um acontecimento do passado. Sem que se apercebam, em muito pouco tempo estarão a ouvir uma história que vos fascinará e prenderá a vossa atenção. O meu pai, por exemplo, é um excelente contador de histórias, das pessoas que eu mais gosto de ouvir contar uma história. Contudo, nem o meu pai nem o vosso familiar algum dia pensaram em como haveriam de contar aquela história, como estruturá-la ou organizar os eventos de forma a prender a vossa atenção. As suas experiências passaram a ser histórias contadas em reuniões de famílias, aventuras divertidas que vocês gostam de ouvir e imaginar como teria sido se fossem vocês a vivê-las.

Nós gostamos de contar, mas gostamos igualmente de ouvir, de viajar por mundos que não sejam o nosso. A relação entre contar uma história e usarmos a nossa imaginação é evidente, e necessária para a construção de uma base de histórias tão sólida como aquela que a Humanidade partilha. Mas tal como mencionei anteriormente, existem bases construídas para todas as histórias que ouvimos, até mesmo para as histórias que o vosso avô conta, normas que passaram geneticamente através dos tempos. A necessidade de responder a perguntas como "quem", "porquê", "onde", "quando", fomentam tanto a ordem como a força de uma história. Reparem na história do vosso avô, aposto que ele vos respondeu, sem o mínimo esforço (ou noção), a todas estas questões. E vocês, mais uma vez, não questionaram, sentiram-se simplesmente realizados e correctamente localizados dentro da história.

Nós estamos, por assim dizer, criados para percepcionarmos as histórias de uma determinada forma, faz parte de nós que uma história consiga responder a todas as questões anteriores. Sabermos onde se passa e com quem se passa, ajuda-nos a criar laços entre o mundo ficcional e o leitor, necessários para a compreensão global da história que estamos a contar. O mais fascinante é que se passa assim em qualquer tipo de história que possamos criar. Sermos contadores de histórias, é termos noção que essas regras existem e que as podemos usar para nosso proveito, conseguindo ir para além das histórias que contamos todos os dias e construir algo com o qual todos nos possamos relacionar.

Como argumentista, a minha vida baseia-se na construção de histórias, na elaboração de acções que se interligam à medida que os meus personagens as vivem. A única diferença entre aquilo que se escreve para o cinema, ou até para uma peça de teatro, e as histórias dos nossos familiares, reside muito nas expectativas que temos para determinada história. Nós queremos que algo aconteça, queremos que um protagonista vença os seus problemas e consiga, por exemplo, a rapariga. Não se enganem, tudo o que vêem é propositado e trabalhado até ao mais ínfimo pormenor. Conforme o género que vão ver, podem facilmente reparar que existem elementos que se repetem e que fazem sempre parte daquele tipo de filme. Por exemplo, nunca notaram que num filme de comédia o protagonista consegue sempre a rapariga, depois faz algo que a chateia e os separa, apenas para a reconquistar de uma forma ainda mais romântica e sincera, demonstrando ser o homem da vida dela? Alguma vez ficaram satisfeitos por terem adivinhado o final de um filme? Aqui está a vossa reposta e, muito sinceramente, o final da vossa popularidade nas tardes de cinema com os amigos.

Ser argumentista é ter um contacto permanente com os dois mundos, saber o porquê das histórias serem construídas de uma determinada forma e conseguir, mesmo assim, encontrar e apreciar algo novo. Claro que é muito difícil nos afastar da visão profissional, e acreditem que é quase uma maldição, mas é ao mesmo tempo interessante e desafiante tentar criar algo nunca antes visto e que consiga mudar o próprio género de histórias que estamos a tentar contar.

Em que ponto ficar? Nunca poderemos pensar que todas as pessoas irão contar as histórias como nós queremos que elas sejam contadas, com um 1ºacto bem construído, com um 2ºacto avassalador ou um 3º e último acto reconfortante. Esta foi uma pequena forma de vos demonstrar o que está por detrás das histórias que ouvimos e que tudo aquilo que vemos já foi feito e refeito. Não se preocupem, pensem desta forma, se já tudo foi feito, melhorem o que têm até que seja algo inovador. Há várias formas de escrever ou contar uma história, e ninguém conta a mesma história. "Acrescentar um ponto", mesmo que a base seja a mesma, a individualidade e a personalidade do contador de histórias irá fazer com que a sua história seja diferente de todas as outras que vocês ouviram.

É uma questão de experiência, e, acima de tudo, uma questão de imaginação.

*Licenciado em Cinema, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. É o autor do filme Duelo, para além de ter sido director de som de outros três filmes. Um argumentista de grande valor.

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Nuno Melo - Candidato pelo CDS às Europeias.

>> quarta-feira, 8 de abril de 2009

Nome muito forte. E agora PSD?

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10 filmes que aconselho - com classificação

1. Milk - 16 valores
2. Benjamim Button - 15 Valores
3. Gran Torino - 17 Valores
4. Os condenados Shawshank - 17 Valores
5. Gangster Americano - 17 Valores
6. A Lista de Schindler - 17 Valores
7. Mamma Mia - 15 Valores
8. O Advogado do Diabo - 16 Valores
9. Alpha Dog - 17 Valores
10. Um Homicidio Quase Perfeito - 15 Valores

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Em bom futebolês, por Pedro Mendonça

Futebol português é um buraco sem fundo

Em dezenas de anos de existência, nunca o Estrela da Amadora foi tão falado. Pelas piores razões. Nas últimas semanas, os profissionais do clube da Reboleira recusaram treinar-se enquanto não virem a cor do dinheiro. Euros que, para o plantel tricolor não existem desde, imagine-se, Outubro. Praticamente sete meses sem receberem o salário, um direito para qualquer trabalhador. No entanto, os jogadores decidiram jogar para não afectar o campeonato. No Domingo, uma prova de dignidade: fizeram tudo para ganhar ao Benfica e... não estiveram longe.
Esta segunda-feira, esperava-se que houvesse boas notícias, leia-se, dinheiro. Nada. Talvez mais uns dias, semanas, meses... e a renda da casa quem paga? Os colégios das crianças? O combustível dos automóveis? A comida? Sim porque há famílias em dificuldades.
Dirão que os jogadores ganham bem por isso não passam fome. Ingenuidade. O salário médio é de 2500 euros no Estrela. Muito? O suficiente se... fosse pago. Agora digam-me como se sobrevive sem esse dinheiro durante sete meses?

O caso do Estrela é apenas o mais mediático. Contudo, não é caso virgem. Nos campeonatos profissionais, esta temporada, Estrela, Belenenses, V. Setúbal, Leixões, Estoril, Varzim, Beira-Mar, Desp. Aves e Boavista já tiveram ou têm ordenados em atraso. E estes são apenas os casos públicos. Mas há mais...

Quero com isto dizer que o futebol português é um buraco sem fundo. Os passivos são de milhões, os prejuízos são uma constante de ano para ano, as receitas não existem, mas os clubes continuam a viver com o rei na barriga. Ordenados proibitivos, compras por valores incomportáveis e... a bomba só não rebentou porque os clubes se protegem uns aos outros. Não fosse assim e já teria sido aprovado um regulamento, rígido, que não permitiria às equipas com ordenados em atraso competir. Mais: criem um organismo que controle os orçamentos, despesas e lucros dos clubes e veremos se não andam todos na linha. Mas aí não teremos estrelas em Portugal? E temos alguma?

CHAMA DO DRAGÃO
Impressionante a capacidade do FC Porto em Manchester. Exibição personalizada, grande qualidade, crença, atitude e eis que se relega o campeão da Europa à mediocridade. O dragão cuspiu fogo em Old Traford, e com um empate a dois fora de casa, bem pode fazer a festa em Portugal, apurando-se para as meias finais. Em 2004, o FC Porto de Mourinho foi a Manchester empatar (1-1) e em Maio foi campeão europeu. Será?

ÁGUIA VIROU PINTAINHO
Deixo uma questão: quem foi a equipa que no Domingo defrontou o Estrela da Amadora, vestiu de encarnado, fez uma jogada em 90 minutos, teve 2 remates perigosos no mesmo período e ganhou com duas grandes penalidades? Benfica? Não. Não o Benfica que me habituei a respeitar.

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Inacreditável

Vejam isto.

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