Derby, por Jorge Batista e Pedro Correia

>> sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

1. As arbitragens voltam a estar na ordem do dia. Benfica muito prejudicado no Dragão e arbitragem com alguns lançes polémicos no jogo Braga-Sporting. Acham que o Porto está a ser beneficiado, para que volte a conquistar o titulo de campeão nacional?

Pedro – Arbitragem de facto altamente penalizante para o Benfica, mas sublinhava que o grande vencido depois de mais este roubo de igreja é o futebol português. A nomeação de Pedro Proença por si é perfeitamente imcompreensível. Que argumentação, que raciocínio. Será que estes senhores querem o bem do futebol Português?

Jorge – De facto as as nomeações e as próprias arbitragens vão de mal a pior. O jogo Porto-Benfica foi um exemplo disso que permitiu ao Porto não perder em casa. O Braga-Sporting for controverso mas não aponto críticas à arbitragem uma vez que os lances eram difíceis de ajuizar, ao contrário do lance do penalti do Porto. Até agora não tinha razões para acreditar que o Porto poderia voltar a poder estar a ser beneficiado, depois dos escândalos recentes de tentativa de corrupção. Mas a verdade é que algo não bate certo e avançar para uma possível nova investigação não seria algo a refutar de todo.

Pedro – Quanto ao Porto se traçarmos aqui um horizonte temporal de longo prazo é evidentemente a equipa mais beneficiada ao longo dos últimos 15 anos. Acaba por beneficiar da própria forma como o sistema está montado; sistema aqui acaba por ser o sistema de arbitragem, o da própria Liga de Clubes mas também o judicial que deixa incólumes todas as tentativas de corrupção testemunhadas.


2. Acreditam nos arbitros portugueses ou convocar arbitros estrangeiros ajudaria a elevar o nivel da arbitragem em Portugal?

Jorge – Penso que seria uma solução viável, atendendo ao estado em que a arbitragem portuguesa se encontra. Sou a favor dessa medida principalmente devido à falta de qualidade dos árbitros portugueses mas sobretudo devido às nomeações e arbitragens influênciaveis que dúvido que acontecessem com árbitros estrangeiros e profissionais. Para além dessa medida, também sou a favor da introdução de tecnologias no futebol, quer a chips na bola e a sensores nas linhas de golo quer ao recurso ao vídeo, tudo o que trouxesse credibilidade e verdade desportiva ao nosso futebol.

Pedro – Já conhecem a minha opinião: o problema é mais profundo. Há manifestamente incompetência, foras-de-jogo incompreensíveis, erros técnicos gravíssimos como o lance do Yebda e em geral a Lei da Compensação que vai reinando o futebol português. Assim não dá. O sistema para além de corruptível não pune quem falha. Os observadores devem estar proibidos de atribuir notas negativas e de um modo geral lances em que o jogador de forma clara ilude o árbitro têm que ser repudiados a posteriori.





3. Scolari demitido do Chelsea. Qual julgam ser o futuro do ex-selecionador de Portugal?

Pedro – O senhor Scolari tem um perfil que o coloca definitivamente como seleccionador e não como treinador. Segundo o passou cá para fora, até pelo próprio Peter Kenyon, o relacionamento de Scolari com os jogadores deteriorou-se bastante e os seus métodos de treino estariam demasiado desactualizados.

Jorge – Nem mais, tal como John Terry confessou, os próprios jogadores fizeram “a cama” a Scolari. Quem perde é principalmente o clube e o seu milionário uma vez que Scolari fica com uns belos milhões de euros de indeminização. Contudo, talvez a sua reputação tenha ficado algo afectada com o fraco desempenho do Chelsea. No entanto, acredito que não tenha sido só por culpa de Scolari que o Chelsea não singrou no pequeno período de tempo em que esteve sob as ordens do brasileiro.

Pedro – Quanto ao futuro, pelo próprio Scolari, passa por gozar em Londres a choruda indemnização de 17M. Não almejo que volte a treinar qualquer clube, pelo menos na Europa. Permanecerá, isso sim o fantasma Scolari em torno da selecção…
Jorge – Apesar de o mesmo ter afirmado que pretendia continuar a viver em Londres, não o vejo a treinar, para já, um clube londrino... talvez o Tottenham? Penso que o mais provável é que regresse às selecções, nomeadamente à da Arábia Saudita que já afirmou o interesse na sua contratação, uma vez que Felipão tem experiência nessa região (quando foi seleccionador do Kwait).


4. Portugal, vence, mas não convence. Deve Queiroz continuar à frente dos destinos da selecção?

Jorge – Neste momento já é tarde de mais para um eventual despedimento de Queirós. Agora, seja o que Deus quiser e que Queirós tenha sorte nas suas escolhas, que por hábito costumam ser desastrosas. Pede-se mais rigor, empenho e responsabilidade ao nosso seleccionador, caso contrário nunca irá conseguir a empatia entre si e os jogadores e todos os portugueses como Scolari conseguiu, que se revelou um factor chave no sucesso da nossa Selecção.

Pedro – Em relação ao Portugal-Finlândia, Devo confidenciar que só vi a primeira parte. Muito pobre diga-se, e pelo que sei a segunda parte não fugiu a esta regra que aliás tem sido a dos últimos jogos. A nível de futebol inter-selecções há um factor chave que é o da constituição de um grupo coeso ao longo de vários anos. O Professor Queirós já deveria ter tirado as suas conclusões dos testes. Para além disto, devo dizer que ter Tiago e Deco na mesma equipa cria vários problemas de posicionamento táctico no meio campo só corrigidos com o tempo que não existe. Também, o Nani encostado à direita não me parece a melhor solução, não é um flanqueador e dessa forma não é aproveitada a sua capacidade de rasgar em diagonais para a zona central e até testar a sua média distância. O ponta de lança não vejo outra solução que não apostar na mobilidade de Postiga ou Nuno Gomes, não há no futebol português ninguém que se ajuste e compreenda melhor ao sistema táctico da selecção; mais uma vez aqui não há tempo para mudanças de grande profundidade. Gostei do Duda na esquerda, mas sendo eu apologista em ter defesas laterais com primazia de skills defensivos não vejo que este jogador possa responder às necessidades de um jogo com elevado grau de dificuldade, como o próximo com a Suécia. Encontrará julgo eu, o imprevisível Wilhelmsson pela frente que lhe poderá trazer muitas dores de cabeça. Na direita, Bosingwa sem dúvida. Finalmente, relativamente à dupla de centrais percebo que o Professor Queirós tivesse aproveitado as rotinas de uma dupla já construída, mas estando nós a falar de Ricardo Carvalho acho que por enquanto este deve ser sempre primeira opção.
Por outro lado, há que dar um voto de confiança, pelo menos até ao jogo com a Suécia, se então não ganharmos os 3 pontos Queirós corre sérios riscos de não fechar o apuramento para o Mundial. Seria na verdade uma situação inédita, pelo período de tempo tão curto que estaria à frente da selecção.

Jorge – Sim, este último jogo permitiu que toda a gente, incluindo Queirós, tirasse várias conclusões. No entanto ficam ainda várias dúvidas na equipa titular a utilizar: guarda-redes, Eduardo? Não me parece seguro e experiente o suficiente. Defesa-esquerdo, Duda? Também prefiro um lateral mais defensivo como Caneira. Pepe, Ricardo Carvalho e Bosigwa sem dúvidas. Trinco, Tiago? Não encaixa... talvez Raúl Meireles seja a melhor opção ao lado dos inevitáveis e experientes Deco e Maniche. Alas? Simão e Cristiano Ronaldo sem dúvida, com Nani a saltar do banco para aproveitar o cansaço dos laterais adversários. Com estes alas, Hugo Almeida poderia ter mais oportunidades de cabeçear, mas Postiga ou Nuno Gomes também são opções viáveis. Esperemos que Carlos Queirós escolha os melhores mas que, sobretudo, transmita confiança e espírito vencedor a toda a equipa porque é algo que tem faltado imenso.


5. Qual a vossa opinião sobre o trabalho da imprensa desportiva em Portugal?

Pedro – A imprensa escrita portuguesa diga-se que tem feito um papel importante na defesa da verdade desportiva dando em alguns casos mote e precedendo a própria investigação policial. No entanto, acaba de forma inevitável por descentralizar a discussão do puramente futebolístico para o que está à volta do futebol. O que nós queremos comentar é realmente o futebol, as tácticas, os sistemas, e faço também o apelo para que este seja um espaço para falarmos do fenómeno futebol.

Jorge – Já viveu melhores dias de facto. Outro assunto que já vem de há muito tempo para cá e que não suporto são as constantes opiniões, artigos e capas completamente parciais. Não faz parte da ética jornalística que exijo minimamente como qualquer cidadão que compre um jornal desportivo. É muito negativo para a credibilidade dos jornais que, ao ler os mesmos regularmente, se chegue à conclusão que este defende o Porto, que aquele ataca o Benfica e que o outro prefere o Sporting. Não pode ser. Os editores dos jornais deviam ser responsabilizados pela parcialidade total dos jornais desportivos. No que diz respeito aos outros órgãos de imprensa, penso que tudo é mais neutro e imparcial, mas pouco dedicado ao comentário, como o Pedro disse, do que realmente importa, e demasiado focado nos casos, nos escândalos e em debates vazios.

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Interessante!

>> quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009



Retirado do Psicolaranja ;)

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Ainda o cartaz!



Já sabem o que penso sobre o dito cartaz, por isso estou à vontade. Agora Sócrates diz algo grave. Nunca autorizaria a JS a fazer? Mas e...a autonomia das estruturas? E depois, nova argolada. É que...

Vejam o 31 da armada. Existe uma quantidade de cartazes difundidos pelo PS, de carácter pessoal e que ao pé deste cartaz...enfim. Nem se comparam.

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Aniversário

No inicio do dia 12, um balanço do dia 11. Completei 22 anos de vida.

Quando fiz 20 anos, fiz um post de agradecimento às pessoas mais importantes para mim, num outro blogue.

Pois bem, a melhor prenda que tive hoje, é a possibilidade de agradecer a todas essas pessoas. É fantástico ainda cá estarem todas para lhes poder agradecer.

E o meu grande desejo para o próximo dia 11, é que continuem cá todas (ou mais) para comigo comemorarem os 23 anos.

Quanto ao dia foi giro. Uma manhã engraçada, um almoço e um jantar em familia, pelo meio fui buscar a minha tia ao aeroporto e fui ao cinema, ver o Benjamim ;). No Jantar, deu para tudo. Um rodizio à antiga, e uma conversa, de circunstância, com o Luisão. Sim o central do Benfas.

Prendas, como vos disse, as melhores é cá estarmos todos ano após ano.

Mas acreditem ou não, o que mais me conforta são as palavras ou gestos é isso que fica.

Aquelas simples mensagens de aniversário, que muitas vezes, são mandadas porque temos um lembrete no telemóvel, contam imenso. E sinceramente, seria hipocrita no caso de não confessar, fico triste, mesmo, quando algumas pessoas, de que eu nunca me esqueceria, não enviam uma mensagem escrita de parabéns. Mas enfim, depois chegam telefonemas e mensagens, de tantas outras pessoas e isso compensa.

Talvez eu seja uma lamechas de primeira água, mas há coisas que ficam. Ficam mesmo. Das mensagens que recebi, todas me tocaram de certa maneira. Uma delas, queria referir. A do meu amigo Jorge. Revela tudo o que revejo nele e tudo o que considero ser importante numa boa amizade. A amizade incondicional, a admiração, a vontade de estar junto nos sucessos e nos insucessos é fantastico.

Mas acho que isto das mensagens, ilustra também o mundo em que nos inserimos.

Família, quase todos a ligarem ou a mandarem sms com uma palavra amiga.

Amigos, daqueles a sério, quase na totalidade.

Faculdade, aqueles colegas que adora dizem que nos amam, mas daqui a 2 anos não nos falam, menos, muito menos. Mas anoto o meu amigo Bruno, que me ligou poucos minutos depois da meia noite.

JSD, zero. Diz muito isto.


Enfim :)

Obrigado a todos aos que ao longo destes 22 anos foram contribuindo para o que sou hoje. E obrigado sobretudo a Deus, o meu melhor amigo.

Mas claro uma palavra para toda a minha familia. O facto de ter todos os avós vivos, não me canso de repetir, é fantastico. A minha tia Dina, o Meu tio Quim. O Padrinho, a madrinha, a Rosa e os primos. Os Tios da Sertã e as primas Sandra e Marisa. A Carla e o Paulo, o Mano e a Lúcia. A mamã e o papá. Os meus grandes amigos, a Mariana. Os meus companheiros da JSD/Moscavide. Os outros companheiros que comigo fazem politica. Os meus colegas de faculdade, professores. Todos. A todos um grande obrigado.

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Obrigado!

>> quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

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Mel e Paixão, por Diogo Agostinho

>> terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Políticos e Gestores


Hoje em dia, discute-se muito a pouca capacidade de atrair os melhores quadros para a política. Que os lugares políticos deveriam ser melhor remunerados de modo a atrair os grandes gestores do sector privado e os bons quadros que por aí proliferam. Contudo, parece-me uma ideia totalmente errada e sobretudo que inverte a questão. Se a política for um meio para atingir o lucro pessoal então, estaremos numa clara lógica de empresarialização notória e de alguma gravidade.

Existem de facto bons gestores, excelentes quadros de empresas, que obtém ano após ano lucros astronómicos e resultados, de fazer corar qualquer ministério. Porém, quando olhamos apenas para um simples balanço de resultados não encontramos os métodos. Por vezes, com base em demissões, em cortes essenciais as empresas sobrevivem e atingem o lucro para alguns (poucos, normalmente) accionistas.
Ora, na política não se trata de lucro. A política deve ser uma profissão nobre e sobretudo de entrega e de espírito de ajuda. O lucro de um governo é constatar que a população enriqueceu, detém maior poder de compra, se encontra feliz e renova o seu mandato.

A política é nobre e não deve ser o local de passagem para hoje, arregimentar contactos e amanhã ser banqueiro, presidente de holdings ou advogado de governos e câmaras municipais com contratos chorudos. Aos gestores o que é dos gestores, aos políticos que detém o sonho de mudar o mundo o que é da política.

Diogo Agostinho

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Artigo de Opinião de Mário Crespo no JN

>> segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.

Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

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Avisos à Navegação

Caros Leitores,

A habitual rubrica de Domingo, Dossier Loures 2009, não terá lugar esta semana, por manifesta falta de tempo da minha parte e também porque terei uma reunião no decorrer da próxima semana que pode contribuir para apresentar aqui mais e diversas propostas do que as que teria no próximo Domingo. Por isso, dia 22 de Fevereiro, coloco as propostas sobre Educação e sobre Ambiente.

A rúbrica Nó Direito, que ainda não teve inicio, terá novidades nos próximos dias, ou no sentido de começarem a cair os post's ou no sentido de ser substituida por uma outra.

O Direita e Esquerda que não "foi para o ar" duas semanas consecutivas encontra-se com algumas dificuldades, por via da agenda apertada de um dos convidados. Pelo que alterações poderão surgir neste espaço, mas só na próxima semana. Por isso este domingo, talvez tenhamos Direita e Esquerda, mas apenas com o Contributo de Direita.

Endereçei vários convites para a rubrica Convidados de Quinta-Feira pelo que muito em breve teremos uma calendarização dessas quintas feiras que começarão a ter, periodicamente, mais textos.

Continuam a bom ritmo, as rúbricas Mel e Paixão, às Terças, Made in Açores, às Quartas e o Derby às Sextas.

Também no decorrer da próxima semana vou publicar um conjunto de textos da JSD. Falar-vos um pouquinho da JSD Moscavide e do trabalho desenvolvido nos ultimos meses e dar-vos conta das novidades e das minhas opiniões sobre o que se tem passado no distrito e no país.

A este respeito, salienta-se o ultimo Conselho Distrital, que com 5 moções, teve credibilidade e discussão política. Moscavide, apresentou duas. Mas teve muito combate político, com várias boas intervenções, de alguns dos nomes mais sonantes do distrito. A novidade no entanto, veio da Secção B, que apresentou a sua demissão. Não vou fazer comentários a esta realidade, avanço desde já. O Presidente dessa secção fez o seu discurso, explicou o que tinha a explicar, cabe a todos os militantes respeitar e acatar a decisão, sem fazer foclore e aproveitamentos políticos de ocasião. Apenas posso adiantar, que como sempre disse, a B é um dos grandes exemplos do distrito e tem quadros de enorme valia.

Vamos continuando a falar ;)

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Assalto no Porto!


Foi o penalty mais escandaloso que vi nos ultimos tempos.

Jogo FM, com regularidade, como a maior parte, dos rapazes da minha idade.

Acho que se aproxima muito da realidade.

Uma curiosidade: Desde que o Pinto da Costa deixou a presidência do Porto, não mais o Porto foi campeão. Próximo da realidade.

Mas cuidado: Nesse jogo o Sporting foi campeão seis vezes consecutivas.

Enfim. Já nem sequer fico furioso. É assim. O Benfica se quiser campeão, tem que fazer mais 10 a 15 pontos que o Porto. Isto é, para o Benfica ser campeão com um ponto de vantagem precisa de fazer mais 15 que o Porto. Por aí.

Veja se o artigo de opinião do Público.

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Futebol Clube do Porto - Estou enojado.

Quando era mais miudo, gostava muito do Benfica, mas não ligava nada aos outros clubes. Depois do Penta Portista gostei daquele campeonato do SCP. Mas como tenho vários amigos do Sporting, e eles quando ganham chateiam-me muito mais, quando o Benfica não era campeão, era me indiferente ser SCP ou FCP, mas não me importava nada que fosse o Porto.

Festejei o sucesso na Uefa e na Champions do Futebol Clube do Porto e teve longas discussões com amigos Benfiquistas, onde eu dizia que nada tinha contra o clube, não os odiava.

Cheguei a fazer um trabalho no Secundário, sobre o Porto.

Hoje posso dizer convictamente: O Porto e tudo o que a ele está associado mete-me nojo. Fico mal disposto com tudo isto.

O Porto é beneficiado há 20 anos. O Futebol Português é uma Fraude. Só se consegue ser campeão se realmente a diferença for avassaladora. Se formos só um pouco melhores não chega. Tudo isto mete nojo.

E não falo da vergonha do jogo de hoje. Aquela distância, parece-me, claro que foi premeditado. Se não foi, assim como um treinador se demite, Proença, depois disto, deveria retirar-se ou pelo menos afastar-se do futebol uns tempos.

Mas não falo só deste jogo. É tudo no Futebol Português que me enoja profundamente.

O Guimarães o ano passado levado ao colo para chegar ao terceiro lugar, este ano, após ter lutado pelos seus direitos na UEFA, está a ser prejudicado.

O Braga espoliadissimo com o Porto nada disse. Com o Benfica tudo diz.

O Sporting que veio publicamente falar de um erro de Paulo Batista no Benfica-Braga. Indignou-se. Calou-se no Braga-Porto.

O Boavista que durante anos foi ajudadissimo, numa promiscuidade entre politica e futebol completamente indecente.

Tudo é nojento. O Porto domina todos os clubes através de empréstimos. É favorecido constantemente. Para se ser campeão em Portugal é preciso ser-se fora de série. Está tudo minado. E tudo é nojento.

E é assim ano após ano.

Tudo é repugnante. A SPORT TV dos manos Oliveira ao serviço do Porto. O JOGO, jornal oficial do porto que faz capas como esta:



Justiça ao Resultado?

Pinto da Costa foi provado que tentou corromper. Continua a sentar-se na tribuna e fazer tudo como se fosse presidente do Porto. Mas não é! Está suspenso.

Tudo no futebol português é repugnante. O Jesualdo Ferreira, é de um cinismo incrivel.

Enfim. É um desabafo. Hoje posso dizer o que nunca pensei dizer ou sentir : O Futebol Clube do Porto deixa-me com vontade de vomitar. Tudo isto tem o odor similar à diarreia de um animal de grande porte. Que por sua vez é igual à salinha de troféus do Porto.

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