Rateio

>> terça-feira, 25 de novembro de 2008

Saiu hoje, finalmente, o rateio que exibe a correspondência entre delegados ao congresso e militantes de cada secção.

Acho que veio tarde. Mas chegou. Já não foi mau.

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Casinha

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Contradição

>> segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Atente-se nos seguintes trechos da mensagem do candidato Pedro Rodrigues:

"A JSD é hoje uma organização muito mais forte, mais activa, mais interventiva, mais credível e mais próxima dos jovens portugueses."

"É preciso mais!
É preciso uma Nova Atitude! Uma Nova Postura!"

"É o momento em que iniciaremos um compromisso com o futuro!
Em que iniciaremos a refundação da JSD, que dá corpo a uma Nova Atitude, a uma Nova Postura!"

Existe algo aqui de bipolar. Então estamos muito mais fortes, activos, interventivos, crediveis e todas essas coisas fantásticas, mas é preciso mais? É preciso uma nova atitude e uma nova postura?

Enfim, eu até concordo, que seja precisa uma nova atitude e uma nova postura, não percebo é que seja o presidente da JSD a dize-lo. É preciso mudar tudo, mas sem mudar o Presidente. Que risada!

Mas, o Pedro Rodrigues diz mais: É o momento em que iniciaremos o compromisso com o futuro. Ou seja, estivemos um aninho e meio a trabalhar para a aquecer. A brincar a política. A experimentar o prato. Agora é que vamos comer.

E depois algo interessante, a refundação da JSD (com os mesmos protagonistas) que vai dar corpo a tal nova atitude e postura, configurada por quem...pelos mesmos!

Ou seja, o Pedro Rodrigues, fez um copy paste da linha obamica, fala em refundação, nova atitude, nova postura, faz o discurso da mudança na perfeição. Uma bela mensagem. Um belo embrulho. Mas esqueceu-se de uma coisa. É que é ele o Presidente.

Foi ele que esteve um ano e meio à frente dos destinos da JSD. Por isso das duas uma.

Ou diz que tudo foi mau, e que é preciso tudo isto, e dá lugar a outro ou então diz que foi tudo fantástico, mas não diz que é preciso uma nova atitude e essas coisas todas retiradas de um qualquer discurso do presidente dos Estados Unidos da América. A preocupação com o embrulho é tanta, que a contradição toca as raias do ridiculo.

Proponho uma outra versão do discurso:

Este ano e meio correu-me, realmente mal. É preciso uma nova atitude, uma nova postura. É preciso mudança, por isso é a vossa vez.

Até Penafiel!

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Corrida a Lisboa

>> domingo, 23 de novembro de 2008

O Publico avança que a Concelhia de Lisboa do Bloco de Esquerda deu nota negativa ao mandato de Sá Fernandes e que pondera retirar a confiança politica ao vereador. Pergunto: Será que poderemos ter Sá Fernandes como candidato independente à Câmara Municipal em 2009? Ou irá nas listas socialistas?

E Helena Roseta avança? E mais à direita, Carmona tem margem para nova candidatura?

E o candidato do CDS quem será? Nuno Melo é hipótese? Ou irá o CDS em coligação com o PSD? Pelo PCP será Ruben de Carvalho? E o BE, Ana Drago seria um bom nome?

Muitas possibilidades . Para já uma certeza e uma quase certeza. António Costa avança pelo PS e Santana Lopes será o candidato do PSD.

Julgo que Santana Lopes ganha em qualquer cenário. Com Roseta no terreno e sem Carmona, numa coligação com o CDS nem se coloca qualquer dúvida.Maioria Absoluta. Mas mesmo que Roseta não avançe, que o CDS tenha candidato e que Carmona avançe, julgo que Santana poderá ganhar. E com distinção.

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Bush

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Caos na Pérola do Atlántico

>> sábado, 22 de novembro de 2008

Antes de mais agradeço o convite para neste espaço escrever.

O que venho aqui abordar é um tema que já tem alguns dias, ou até semanas. Trata-se da exibição pelo deputado do PND na Assembleia Legislativa da Madeira da bandeira nazi. Achei por bem “deixar a poeira assentar” para tecer comentários calmos e reflectidos sobre a questão. Creio que neste blog fora já abordado o tema com um vídeo sob o título “Vergonha”. Devo dizer que me suscitaram dúvidas acerca do que se pretendeu apelidar de vergonha. Se o mostrar da bandeira pelo deputado, se a proibição de entrada na Assembleia que lhe foi imposta.

Ora poder-se-ia pensar que a exibição da bandeira fora um gesto de “propaganda ao nazismo”e consequentemente inconstitucional. Isto para quem não vira as imagens e a quem a história teria sido mal contada. Pois bem, nada disto se trata. O deputado tentou criar impacto aquando do momento em que teve a palavra, momento que utilizou para condenar a postura do Governo Regional e dos deputados sociais-democratas.

Este facto levanta duas questões a meu ver pertinentes. Primeiro, se esta exibição se tivesse passado na Assembleia da República parece-me que teria sido considerada um ultraje, ainda que os motivos que levaram o deputado a agir de tal modo fossem os de condenação do que ele entendera ser uma postura autoritária própria de um regime Nazi. Muito bem, a conjuntura madeirense é diferente da nacional, mas ainda assim…Bem, no entanto é uma presunção, disso não passa.

Segundo, se tomarmos por ponto de partida a bandeira nazi que o deputado levou para o Parlamento, resta saber que mais pode um deputado levar. Poderá levar um vaso com uma planta, motivado pelo desagrado com que o Governo Regional trata matérias ambientais. Ou ainda como alguém me dizia, levava “um burro” para o Parlamento para mostrar descontentamento relacionado com as políticas madeirenses no que à agro-pecuária diz respeito. Basta extrapolar o exemplo da bandeira a casos extremos para se repensar se o deputado deveria ou não ter levado a bandeira.
Falar ou escrever sobre uma coisa que não se conhece é como falar de um jogo de futebol que não se viu.
Por isso li o regimento da ALRAM. Não encontrei nenhum artigo relativo a objectos na Assembleia, só relativamente a pessoas estranhas. Daí resulta que dever-se-á entender que todo e qualquer deputado pode levar o que quiser, inclusive “um burro”, deixando, como alguém dizia, que o bom senso impere. O único artigo que poderá suscitar dúvidas é o 7º que refere na sua alínea a) que é dever dos deputados respeitar a dignidade da ALRAM e de todos que nela têm assento. Poder-se-á considerar que a exibição da bandeira e as palavras proferidas foram nocivas para a dignidade dos deputados do PSD? Talvez, é discutível.

O que não parece muito discutível é considerar a actuação do Presidente da ALRAM condenável. Como pode um Presidente da Assembleia impedir um deputado de exercer o mandato que lhe fora conferido por madeirenses? Não pode. Mais uma vez num exercício de leitura legislativa, fui ler o regimento e encontrei três artigos referentes à competência do Presidente que seriam importantes para a questão. No artigo 20º referente à competência quanto aos trabalhos da ALRAM não encontrei uma alínea, nas 16 que o artigo tem, que permitisse ao Presidente ter a actuação que teve. Já nos Artigo 21º e 22º, referentes à competência quanto às reuniões plenária e aos deputados, respectivamente, algo semelhante.
Para não ser massacrante, termino por aqui.

P.S.: Não quero pôr em cheque o Presidente da ALRAM nem sequer qualquer órgão legislativo madeirense, apenas alerto para factos. Obrigado.

Bruno Antunes

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Jantar de Encerramento

Está a começar neste momento, o jantar de candidatura do Bruno Ventura (o post foi agendado, por esta altura, se tudo tiver corrido bem, estarei já no Restaurante).

Estamos a uma semana do congresso. Está a chegar ao fim uma campanha, que exceptuando o facto do Sr.Secretário Geral ter escondido a correspondência entre nºmilitantes e nºdelegados de cada secção, ocorreu com elevação. Os dois candidatos percorreram o país. No próximo fim-de-semana os 600 delegados que estarão presentes em Penafiel terão a hipótese de escolher. Já é uma vitória para os militantes. Terem duas escolhas.

A opcção passa por aqui: Considerando-se que a CPN fez um bom mandato, difundiu a "marca JSD", chegou junto dos jovens, elevou o nome da JSD, desintoxicou a estrutura não interferindo em processos que não lhe dizem respeito, fez muitos e bons debates sobre temas relevantes para os jovens, as coordenadoras trabalharam, as propostas foram lançadas e bem lançadas, deve-se votar Pedro Rodrigues.

Considerando-se, pelo contrário, que a CPN fez menos do que lhe competia e do que podia, fez muito pelo embrulho e pouco pelo conteúdo e, sobretudo, pelos jovens portugueses, interferiu vergonhosamente em processos distritais, realizou poucos ou nenhuns debates, as coordenadoras estiveram completamente paralizadas, sendo mesmo constituidas (pelo menos uma) já decorridos 50% do mandato, não foram elaboradas propostas representativas dos objectivos e anseios dos jovens, em suma, que a JSD foi ineficaz, ineficiente e apenas interventiva onde não o deveria ter sido, deve-se votar Bruno Ventura. Deve objectivar-se a mudança.

Mas deve-se votar Bruno Ventura não só porque a CPN foi muito fraquinha. Deve-se votar Bruno Ventura porque mesmo numa circunscrição diferente com muito menos fundos, o Bruno fez mais do que esta CPN. Integração, Natalidade e Recibos Verdes. O fórum Lisboa. O Media Training. O Bruno tem trabalho feito.

Julgo que nestas semanas, o país já percebeu isso. E os delegados em cada secção já o perceberam. Pelos apoios demonstrados e pela dinâmica em Congresso que sei que o Bruno Ventura tem, contrariamente ao seu adversário, estou convicto que a vitória do Bruno Ventura vai ser uma realidade. Já não há grandes dúvidas.

Estarei com o Bruno, em Penafiel, porque acredito que esta é a nossa vez!

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Socrates e o Magalhães

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Aubry ganha a liderança do PS em França

Numa eleição concorridissima e muito entusiasmante, mas pouco noticiada pela comunicação social Portuguesa, Martine Aubry ganha a liderança do PS em França. A sua adversária era Ségolène Royal, candidata que perdeu contra Sarkozy a presidência francesa.

O mais interessante: O resultado. Num universo de 137 mil votos, Aubry ganhou por uma diferença de...42 votos. 42!! Absolutamente inacreditável. Nunca tinha visto nada assim.

O menos interessante: Aubry é bem mais esquerdista do que Ségolène. É um esquerda volver!, como afirma o Câmara dos Comuns, aqui.

No Público os desenvolvimentos. Aqui.

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Página 1

>> sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Um muito interessante serviço da Rádio Renascença. Basta virem aqui, colocarem o vosso nome e e-mail e todos os dias às 17h00 recebem no vosso e-mail um jornal on-line de 10 a 15 páginas com o resumo da actualidade do dia.

De facto, vivemos em plena era da informação e numa sociedade cada vez mais global. Somos sortudos por dispormos de tão vasto manancial informativo. É importante fazermos bom uso destas realidades.

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